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MORTE DO SOLDADO SMITH FOI CONFIRMADA PELO COMANDANTE GERAL

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Foto: Blog do Eduardo Dantas

A morte do policial militar Bruno Smith, baleado durante confronto com bandidos em Jucurutu na última quinta-feira (10), foi confirmada no início da noite deste sábado pelo Comandate Geral da PM no Estado, Coronel Francisco Araújo. De acordo com ele, a morte encefálica do PM foi anunciada pela equipe de médicos do Hospital Walfredo Gurgel por volta das 18h30 de hoje.

Atingido por dois disparos, sendo um no pulso e outro próximo à virilha, Bruno passou por duas cirurgias na quinta-feira, depois de ser transferido de Jucurutu para Caicó e, depois, para Natal, no avião do Governo do Estado. A intervenção mais séria precisou ser feita na perna do policial, devido ao rompimentos de vasos e excessiva perda de sangue.
Em razão da gravidade dos ferimentos, o PM desenvolveu o quadro de lesão isquêmica cerebral e hidrocefalia. Ele ainda chegou a ser submetido a outro procedimento cirúrgico, para implante de uma válvula com o objetivo de diminuir a pressão intracerebral, mas não resistiu.
Segundo cel. Araújo, o corpo de Bruno ainda se encontra na unidade médica, onde a família decide neste momento sobre a possibilidade de doação de órgãos. Ainda não há informações sobre o local ou horário de velório e enterro do policial.

Fonte: Tribuna do Norte / Vi no Patunews

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Caso Lavínia:Polícia investiga se amante teve ajuda para retirar Lavínia de casa


A polícia investiga se Luciene Reis, amante do pai da menina Lavínia, de 6 anos, teve ajuda de uma pessoa para retirar a menina de casa. Ela confessou ter matado a menina, dois dias após o sumiço da criança.  O corpo da vítima foi encontrado debaixo da cama de um hotel em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Nesta quinta-feira (3), o delegado-adjunto Luciano Zahar, da 60ª DP (Campos Elíseos), responsável pelas investigações, intimou a mãe, o pai e o avô paterno de Lavínia a comparecerem na delegacia para um novo depoimento, marcado para o dia 14. O delegado pediu também a quebra de sigilo de dados dos familiares.
De acordo com Zahar, ainda é uma incógnita a saída da criança de casa. Ele explicou que no quarto de Lavínia tinha apenas um basculhante de pequena abertura. As portas também não tinham sinais de arrombamento.
Luciene foi presa na quarta-feira (2) e encaminhada para a carceragem de Magé, na Baixada Fluminense. O delegado informou que a tipificação do crime vai mudar. A princípio, Luciene foi indiciada por sequestro seguido de morte, mas com as investigações, a polícia entendeu que a amante premeditou a morte da criança, por isso, ela vai responder por homicídio triplamente qualificado. A pena para este tipo de crime pode ultrapassar 30 anos, já que há agravantes como o motivo fútil e a impossibilidade de defesa da vítima.
Cadarço que Luciene teria usado para enforcar menina Lavínia era do próprio tênis da criança (Foto: Carolina Lauriano / G1)
Cadarço era do próprio tênis da criança
(Foto: Carolina Lauriano / G1)
"Estamos fazendo diligências para confirmar o que a Luciene disse em depoimento. Precisamos ainda descobrir como a criança saiu de casa e que argumento foi usado para isso. Acredito terminar este inquérito antes do prazo de 30 dias", disse o delegado.
Vingança passional
A princípio, os investigadores suspeitavam que o crime teria sido motivado por dinheiro,
já que Luciene sabia que o pai da menina tinha R$ 2 mil guardados para a compra de uma moto. No entanto, o delegado Luciano Zahar acredita que a morte foi provocada por vingança passional, pois ela não teria aceitado o fim do relacionamento com o pai de Lavínia.

De acordo com a polícia, os proprietários do hotel onde Luciene se hospedou e matou a menina podem responder administrativamente por infração conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Neste caso, Lavínia deveria estar acompanhada dos pais ou responsáveis legais autorizados.
Como foi a morte
Policiais da 60ª DP (Campos Elíseos) enviaram para análise da perícia, na tarde desta quinta-feira (3), o cadarço o qual a menina Lavínia Azeredo teria sido enforcada, além da toalha que estava enrolada em volta de sua cabeça, a roupa e o par de tênis que ela usava no dia do assassinato e ainda a vestimenta da amante.

O delegado Luciano Zahar informou que, em depoimento, Luciene disse que antes de ir para o hotel com a menina, passou em casa e vestiu Lavínia com a roupa de uma de suas filhas. Ainda de acordo com o policial, ela descreveu minuciosamente o homicídio. "Luciene disse que colocou a toalha em volta da cabeça da menina para que ela não gritasse e que tentou sufocá-la com o travesseiro, mas como Lavínia ainda se mexia, usou o cadarço do tênis da menina para enforcá-la", contou o delegado, acrescentando que Luciene ainda citou parentes da menina Lavínia no depoimento que durou mais de quatro horas.
Fonte: G1.com

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