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Veja os animais sorridentes


No início do mês, um macaco roubou uma câmera e acabou fazendo um autorretrato "sorridente" em um pequeno parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia. Abaixo, o G1 lista essa e outras imagens de animais que aparecem sorrindo quando foram fotografados.
Macaco da ilha de Sulawesi roubou a câmera e fez seu próprio retrato (Foto: Wild Monkey/David Slater/Caters News)Macaco da ilha de Sulawesi roubou a câmera e fez seu próprio retrato (Foto: Wild Monkey/David Slater/Caters News)
Em junho de 2010, um filhote de chimpanzé foi flagrado se divertindo no zoológico de Ramat Gan, em Israel. (Foto: AP)Em junho de 2010, um filhote de chimpanzé foi flagrado se divertindo no zoológico de Ramat Gan, em Israel. (Foto: AP)
Em agosto de 2010, o biólogo marinho britânico Rory Moore fotografou um grupo de baleias-piloto no estreito de Gibraltar, próximo ao mar Mediterrâneo, e uma delas parece sorrir para a câmera. (Foto: Rory Moore/Barcroft Media/Getty Images)Em agosto de 2010, o biólogo marinho britânico Rory Moore fotografou um grupo de baleias-piloto no estreito de Gibraltar, próximo ao mar Mediterrâneo, e uma delas parece sorrir para a câmera. (Foto: Rory Moore/Barcroft Media/Getty Images)
Um leão-marinho foi flagrado 'sorrindo' durante um show no domingo (17) em um parque aquático em Kamogawa, no Japão.  (Foto: Itsuo Inouye/AP)Em outubro de 2010, um leão-marinho foi flagrado 'sorrindo' durante um show em um parque aquático em Kamogawa, no Japão. (Foto: Itsuo Inouye/AP)
Adam Broadbent fotografou um tartaruga sorrindo nas Maldivas (Foto: Adam Broadbent/Barcroft USA/Getty Images)
Adam Broadbent fotografou um tartaruga que parece estar sorrindo nas Maldivas (Foto: Adam Broadbent/Barcroft USA/Getty Images)
Fonte: G1.com



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É como eu sempre digo: "Só morre no dia que é pra morrer". Maqueiro que sobreviveu a queda de 10 m morre após capotar carro em MS


O maqueiro Cláudio Mendes da Silva, de 39 anos, que no dia 1º de julho havia sobrevivido a uma queda de 10 metros de altura em uma fossa em Ivinhema, cidade a 297 quilômetros de Campo Grande, morreu na noite deste sábado (16) em um acidente de carro na rodovia MS-141, em Ivinhema. (Veja no vídeo ao lado o resgate do maqueiro feito pelo Corpo de Bombeiros.)
Cláudio, que trabalhava como maqueiro do time de futebol da cidade, dirigia um automóvel que capotou após colidir com outro em sentido contrário. Os demais ocupantes do veículo que ele dirigia sofreram ferimentos e receberam socorro. De acordo com a guarnição local do Corpo de Bombeiros, o mesmo soldado que havia socorrido o maqueiro na fossa atendeu a ocorrência na rodovia.
Fonte: G1.com

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CONHECENDO E APRENDENDO SOBRE OS SUPER AGUDOS DO SAX

OS SUPER AGUDOS DO SAX
Para se tocar no registro dos superagudos, é preciso conhecer e dominar as embocaduras do saxofone. Estas podem ser comparadas à de um trompete, que, na mesma posição de dedilhado, fazem várias notas com mudanças na embocadura. 
Esse mecanismo é desconhecido pela maioria dos saxofonistas que tentam em vão tocar os superagudos lançando mão somente das posições, criando uma concepção errada de que, apertando ao máximo o lábio, conseguiremos atingir os agudos. Dessa forma, o que resulta são os apitos. 

As posições dos agudos são pouco divulgadas e ajudam a frustrar o estudante, que então começa a atribuir a culpa por não dominar os superagudos às posições, à boquilha, à palheta, ao instrumento, namorada, cachorro, síndico, etc. Então ele espera que, com os anos de estudo, sua embocadura fique mais fiel. Mas os anos passam, o saxofone passa de pai para filho e nada de sair os superagudos. 

De vez em quando sai um agudo, mas ele sempre falha na hora em que se precisa dele. Então, começa a achar que os superagudos é dom de alguns. 

Os saxofonistas têm que conhecer e dominar as suas várias embocaduras que se diferenciam por : 

Pressão dos lábios sob a palheta 

Velocidade do ar 

Espaço interno da boca 

Posição da língua, que, dependendo do lugar onde se posicionar (mais para cima ou para baixo), mudará a emissão do harmônico e, conseqüentemente, a nota emitida. 

Com a mesma posição de agudo, podemos fazer 4 ou 5 notas diferentes. 

Antes de começar com os exercícios para dominar os agudos, é preciso ter consciência de alguns fatos : 

o motor do saxofone é a boquilha, a estabilidade é a palheta e a aerodinâmica é o instrumento. Nós somos o condutor. 

1ª parte - Boquilhas 

A primeira coisa que um saxofonista fala a outro é: que boquilha você usa? Essa tal boquilha já é uma lenda. O que sabemos é que a mesma boquilha tem som diferente (timbre), dependendo de quem a toca. 

Existem boquilhas que têm o som mais brilhante e outras com o som mais fosco (aveludado). Há boquilhas de metal ,massa, fechada, com a câmara aberta ou fechada, coloridas, enfim, uma variedade que nos deixa confusos. Estão inclusive inventando boquilhas com acessórios, é uma confusão só! 

Agora, certeza mesmo é que cada pessoa tem uma arcada dentária e uma boca diferente, fazendo com que a mesma boquilha seja ótima para uns e ruim para outros. 

Algumas boquilhas foram inventadas com o intuito de facilitar a emissão de agudos (harmônicos) e outras são mais apropriadas para os graves. O que você precisa, juntamente com seu professor, é encontrar uma boquilha bem equilibrada para o seu tipo de embocadura. 

Em São Paulo, muitos conheceram o mestre Bove, que consertou por décadas os saxofones de diversos músicos. Uma das coisas interessantes que ele fazia era mexer nas boquilhas, colocando Durepox dentro para alterar a câmara interna. Conseguia assim mudar as características de som da boquilha (de grave/aveludado para um som mais brilhante), facilitando a emissão dos agudos e liberando o músico da mudança de boquilha. Atualmente, Aldo Bove Filho continua executando esta arte. 

A boquilha é uma das peças mais importantes para a emissão dos agudos. Seus preços são muito variados. 

Há boquilhas desenvolvidas para projetar harmônicos que, com certeza, são mais fáceis para a execução dos agudos. Isso não quer dizer que boquilhas que têm som mais aveludado ou grave não toquem nos agudos. Elas tocam, mas com o som mais apagado, sem brilho. Tem-se a impressão de soar menos nos agudos. 

Procure uma boquilha que seja mais brilhante. Seu professor deverá conhecer várias com essas características. 

2ª Parte - Palhetas 

Palhetas. Gosto de todas, desde que possa prepará-las a meu gosto! (consulte a matéria técnica do Informativo Weril nº 120 - Regulagem De Palhetas). 

Em uma caixa com 10 palhetas, é muito difícil encontrar duas iguais. Cada uma tem sua personalidade. Umas são boas para graves, outras para agudos, outras um horror. 

O melhor é saber preparar suas palhetas para o seu jeito de tocar e não ter que se adaptar a cada palheta. Isso atrapalha, pois seu som não cria uma personalidade. Numa determinada semana está metálico, noutra dá apitos ou não tem som nos graves. Assim não dá pé! 

Temos várias marcas, todas muito boas para serem reguladas como você gosta. Algumas palhetas se parecem com bambu, mas são de fibra. Seu som assemelha-se às de bambu. O interessante é que esta palheta dura até seis meses ou mais, mantendo-se estável sem envergar ou perder suas características sonoras. Você não perde tempo regulando palhetas e estuda mais, conhecendo melhor o seu som (elas também são bem diferentes entre si e podem ser reguladas. Utilize uma lixa d'água bem fina e umedecida para fazer os ajustes). 

Saiba que as palhetas são de lua e também mudam com as marés. Existem palhetas que liberam mais harmonia que as outras. Com o tempo, ao emitir uma única nota rapidamente, você notará se ela é boa para agudos, graves ou bem equilibrada. 

3ª Parte - Embocadura 

Aqui mora o perigo. A embocadura é tudo no agudo. Comparo-a à construção de um prédio: quanto mais alto ele for, mais profunda deve ser sua base. 

A embocadura para se tocar em 2 oitavas utilizada pela maioria dos saxofonistas não é a mesma para se tocar em 4 oitavas. Aquela que você usa para tocar com sucesso até hoje deve estar funcionado bem entre o Ré da primeira oitava e o Ré da terceira oitava. Agora, se você tem problemas fora desta região, significa que a sua embocadura está fora de lugar. Não diria errada, pois a embocadura que uso para tocar nos agudíssimos é a que você está usando, enquanto adoto uma outra para tocar nessa região mais grave. 

Aí está o segredo! Para tocar nos superagudos, começo pelos graves. Quanto mais relaxados os graves, mais campo para os agudos, ou seja, quanto mais aberto o ângulo entre boquilha e palheta na região grave, maior será minha margem de extensão, pois, à medida que subo para os agudos o ângulo da boquilha se fecha. Se você começar com ela fechada, ao chegar nos agudos terá tal esmagamento da palheta com a boquilha que nenhum ar passará. O segredo é começar os graves o mais relaxado possível, quer dizer, com o ângulo entre a palheta e a boquilha o mais aberto possível. Você terá que descobrir que pode tocar a nota do meio tom abaixo soando um Si sem mexer na boquilha, somente relaxando o lábio inferior em relação à palheta, como se fosse uma batata quente na boca. Toque a nota Ré mantendo a relação de um tom entre o Dó, mas não esqueça que este Dó está com a afinação meio tom abaixo do normal. Isso foi feito com o relaxamento do lábio inferior. Se você tocar o Mi, ele também terá que manter a afinação relativa ao Dó, que, por sua vez, continua baixo. 

Ao completar uma oitava fazendo a relação acima, e mantendo a afinação das notas entre elas, o Dó oitavado acima estará mais relaxado, com mais volume e brilho. 

Em relação à boquilha e à palheta, o ângulo agora é maior. Então, você terá mais ângulo de boquilha para os agudíssimos. Da outra forma, você não teria mais ângulo entre palheta e boquilha. 

4ª Parte - Afinação 

Como resolver a afinação do sax em relação ao diapasão? 

Após abaixar a afinação da posição de Dó no saxofone, fazendo soar um Si, você agora afina pela boquilha, abrindo ou fechando. É importante não mexer a boca. Com isso, você conseguirá tocar os graves com mais facilidade, pois sua boquilha está aberta na boca. 

Antes você estava com a afinação do Dó alta em relação à afinação real do saxofone. Em vez de abaixar a afinação do sax com o relaxamento da embocadura, você afinava seu instrumento pelo todel, mas agora aprendeu que se pode afinar pela boca. Isto é, conseguindo o ângulo mais aberto da embocadura, você estará na posição correta para ir até os agudos, fechando relativamente sem o perigo de, ao chegar na região superaguda, não existir mais ângulo. 

Só irá tocar os agudos quem conseguir tocar os supergraves, pois eles são a base para se alcançar o alto. 

Tabela de posições dos super agudos no site www.explicasax.com.br 

Prof.Ivan Meyer 

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Quer comprar um saxofone? Veja as dicas


1. SAX  NOVO   X    USADO

Esta é uma grande decisão quando se trata de sax. Muitos que estarão comprando seu primeiro sax nem mesmo consideram a possibilidade do usado. Porem se você esta apertado de dinheiro e não tem problema com pesquisar e gastar algum tempo procurando, talvez seja a melhor opção. Irei abordar alguns dos Pros e contras de cada decisão de forma a poder ajuda-lo a decidir o que é melhor para você Um Saxofone Novo.

2. Prós para compra de um Sax Novo.

Um sax novo aparenta melhor, é mais bonito. Você sabe que este sax esta completamente revisado e pronto para tocar, sem nenhum problema e com garantia. Ele não terá problema com a coloração e as sapatilhas são novas. Você também sabe que ele usa uma mecânica moderna com novas técnicas na fabricação. Também o sax novo retem seu valor por um período consideravelmente maior que um usado. Algumas vezes você pode ate conseguir um sax novo por um preço razoável. O fator psicológico de estar com um instrumento novo e uma grande consideração, especialmente em se tratando de crianças e jovens. Importante lembrar que quando você esta iniciando é a beleza do sax que conta não à qualidade do som.


3. Contras para compra de um Sax Novo

Comprar um sax novo pode ser muito caro. Um sax novo pode custar ate 10 vezes mais que um sax usado ( não necessariamente mesmo modelo ou marca, porem considerado na mesma categoria). Alem de obviamente ter muitos saxes aa disposição usados para venda. Se você quer um sax profissional de boa qualidade, lembra-se que no mundo existe menos de uma dúzia de marcas confiáveis, menos ainda disponíveis para o Mercado Brasileiro. Também se deve levar em consideração que falta de consistência mesmo entre estas boas marcas o que não garantira seu maior investimento. Com a produção em massa pelas fabricas o artesanato e o cuidado com cada modelo pode ser prejudicado. (Este é um dos motivos que Prof. Ivan queria lançar um modelo que tivesse a sua aprovação em cada um que saísse da fabrica).Muitas fábricas abandonaram o tempo precioso dedicado a certificar que cada instrumento saísse da fabrica com a mesma qualidade em pro do lucro. Obviamente que isto não significa dizer que os instrumentos modernos não prestam, apenas as leis econômicas falam mais alto. Uma mistura de quantidade e qualidade é a formula moderna das fabricas.
                               
4. Prós para compra de um Sax Usado

O sax usado tem o melhor custo/beneficio que você pode encontrar no Mercado. Com literalmente milhares de sax usados nos vários mercados disponíveis você deve encontrar o sax que você deseja pelo preço que pode pagar. Também se deve levar em consideração que os saxes antigos tiveram a oportunidade de serem fabricas quando as Leis da economia (citadas acima) estavam mais favoráveis para o consumidor. Antigos ou “Vintages” tiveram a oportunidade de receber material melhor e terem a atenção na fabrica de necessitavam, alem de contarem com gravuras e outros detalhes apelativos.  Saxofones usados são também mais fáceis de serem encontrados. Muitas lojas estão inclusive verificando que os consumidores têm preferido estes instrumentos e tem aumentado seus estoques (a Ébano, por exemplo, esta importando usados dos USA), também internet tem proporcionado a abertura do mercado para o mundo, não limitando o comprador ao Mercado local.

 Os Vintages também tem o mistério atrás deles, quem tocou este sax antes? A onde. Que tipo de musica? O que pode ser um apelo ao novo musico. Um sax Conn de 1930 pode ter participado de alguma grande banda importante ou mesmo ter sido tocado por alguém famoso. Aquele Selmer pode ter tocado “Birdland” na década de 50. Muito provavelmente a historia do passado destes saxes estarão perdidas para sempre, porem a fascinação sobre a historia vivera para as próximas gerações.  Sempre penso, “como este laqueado saiu deste sax, quantas horas tocadas, por quem e que tipo de musica. Isto parece me atrair para o sax”.

5. Contras para compra de um Sax Usado


A parte mais difícil de comprar um sax usado é saber qual o valor justo que tipo de problemas ele tem. Espero que depois de ler este guia, você estará equipado para tirar muitas das duvidas. Sem estas informações quer seja através desde guia, quer seja através de outras fontes, o vendedor de um sax usado terá uma enorme vantagem sobre você, o comprador. Claro que infelizmente muita gente tirara proveito desta falta de informação. Claro que o grau de complexidade para compra de um sax usado aumenta muito quando a compra for feita através da internet. Você estará comprando baseado exclusivamente em fotos e descrições.

Isto traz a tona outro problema de comprar um sax usado e particular(incluindo ai algumas lojas). O sax provavelmente não estará em perfeito estado quando você for olhar. Se o sax estiver com aparência perfeita e tocar perfeito é um caso em 1 milhão. Normalmente o sax estará lá por um período grande de tempo ate anos, e devera ter no mínimo muitos vazamentos. Também devera ter alguns problemas como uma ou outra sapatilha velha ou mesmo uma chave empenada, o que não proporcionara que seja tocado naquele momento em todo seu potencial. Estes sãocasos muito comuns, porem você tem que saber se o estado geral é bom e se você pode concertar aqueles pequenos problemas. Comprar via internet dificulta mais, este é um dos fatores que o sax deve ser comprado através de uma loja conhecida, alguém conhecido, um musico amigo para dar opinião, o no caso da internet, que a descrição esteja bem clara.

Outro aspecto sobre comprar sax usado que é muito importante. Algumas vezes o sax que você esta olhando para comprar pode ter sido roubado. Paul Coat teve uma vez seus saxes roubados de seu carro. (um King profissional soprano 1930, uma flauta de prata sólida, uma clarinete Buffet e um sax barítono Buescher true-tone). Depois de um mês eles estavam em uma loja de penhor todos, menos o barítono e foram consignados por US$100. Estes instrumentos foram roubados e achados pela policia local de uma cidade pequena no interior dos USA a onde Paul estava, nem sempre o musico tem esta sorte, então, por favor, em consideração a um colega musico, resista a tentação de comprar um Mark VI por R$500. Você sabe que este não é o valor real, e às vezes este é o único instrumento que aquele musico profissional sustenta a família.

Lembre-se também que ao comprar ou vender um sax tome as precauções necessárias, confirme o cheque, etc… tudo que você fosse fazer em uma operação similar na compra ou venda de um carro. Não posso enfatizar o suficiente para expressar a frustração de ter um instrumento roubado, no caso especifico contado acima de Paul, de forma alguma ele teria condições de substituir estes instrumentos, nem financeiramente nem em termos de qualidade.
Quanto Paul Coat estava na escola ele comprou e vendeu vários saxes, como forma de fazer dinheiro para pagar as mensalidades.Ele chegou a ponto de botar cartazes em toda a cidade aonde ele teve aquele Barítono roubado que estava a procura de saxes para comprar. Depois de um ano recebeu um telefonema de um rapaz querendo vender um sax. Depois de algumas perguntas ele identificou que o sax que o rapaz estava vendendo era o sax dele. Ele foi ver o sax e o rapaz estava pedindo apenas U$100 pelo sax, ele fez uma contra oferta de U$50 e o rapaz aceitou. Aparentemente ele nunca suspeitou que Paul era o dono original. Pediu ao rapaz que
fosse comigo ate o banco e no caminho chamou a policia e ele foi preso. Como ele já tinha prisões anteriores foi condenado e foi para a cadeia. O sax estava bastante avariado,aparentemente foi tocado durante um ano todo pela irmã mais nova do ladrão.
Esta historia é um clássico exemplo do ciclo de vida de um sax roubado. Se Paul fosse outra
pessoa qualquer que estivesse atras de um sax, ele teria encontrado uma barganha por US$50, em
contra partida teria um musico sem seu sax para sempre. O que ele fez foi à coisa certa. Se você
suspeitar que um sax esta barato demais para ser verdade, provavelmente não é.

Espero que este artigo tenha lhe dadas algumas boas dicas sobre sax novo x usado, e à medida
que formos escrevendo outros artigos você verá que mais um monte de duvidas 
serão solucionadas.

Por: Prof. Antonio 

Fonte: http://www.explicasax.com.br

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De olho na dica sobre o óleo da motocicleta.


Qual a hora certa para a troca de óleo? 

Arthur Caldeira

“Eu troco o óleo toda semana”. “Não deixo passar dos 1.000 km”. “O ideal é trocar na metade do recomendado pelo fabricante”. Esses são apenas alguns dos mitos que existem sobre a troca de óleo nas motos. Perdido no meio dessa confusão toda, o motociclista, que se preocupa com a manutenção do seu veículo, fica sem saber qual a hora certa de troca o óleo de sua moto.

A dúvida não deveria nem existir, afinal em todo “Manual do Proprietário” que acompanha as motocicletas há as recomendações dos fabricantes sobre o óleo correto e o intervalo entre cada troca de óleo. Mas o que fazer quando até mesmo na própria concessionária autorizada o mecânico recomenda substituir o fluido antes do recomendado?

“Realmente, 90% dos mecânicos que recebem treinamento trocam na metade do intervalo recomendado”, admite Alexandre Hernandes, Instrutor Técnico da Yamaha Motor. Responsável por capacitar os mecânicos das oficinas autorizadas, Alexandre afirma que isso acontece porque os mecânicos acreditam que dessa forma o motor dura mais. “Essa idéia vem da década de 80 quando os óleos duravam menos. Agora a tecnologia dos óleos evoluiu muito e o fluido dura mais”, explica.

Ao longo dos anos, assim como as motos, os óleos evoluíram. Tanto na viscosidade como nas especificações da API (American Petroleum Institute). “Antes os óleos atendiam normas mais antigas da API, agora o Yamalube, óleo recomendado pela Yamaha para suas motos, atende à norma SL, quer dizer uma especificação mais moderna, o que permite um maior intervalo na hora de trocar o óleo”, ressalta o Instrutor da Yamaha.

Nas motos de baixa cilindrada da marca, como por exemplo, a YBR 125 Factor, a fábrica recomenda a troca de óleo a cada 3.000 km – exceto na primeira troca que deve ser feita aos 1.000 km junto com a revisão. Porém, uma rápida visita aos fóruns na internet ou uma conversa com motociclistas mostra que a maioria faz a substituição a cada 1.000 km, inclusive com recomendação da concessionária. “Os concessionários recomendam isso porque sabem que a maioria dos clientes não verifica o nível do óleo entre as trocas. Então para evitar problemas recomendam que se troque o óleo na metade do tempo”, justifica Alexandre.

Alexandre aproveita para alertar os motociclistas: “mesmo que a troca seja recomendada a cada 3000 km o motociclista precisa verificar o nível de óleo periodicamente e, se necessário for, completar com o mesmo óleo utilizado”. Se o motociclista utilizar um óleo diferente, o fluido pode perder suas características, alerta ele.

O engenheiro da Honda, Alfredo Guedes, faz coro e admite que a troca do óleo antes mesmo que o recomendado pela montadora também acontece em concessionárias da marca. “O consumidor é resistente a mudanças. Antes, quando o óleo tinha especificação inferior, a troca devia ser feita aos 1500 km. Desde a CG 150, passamos a recomendar o óleo Móbil Super Moto 4T que tem viscosidade 20W50 e atende à norma API SF, portanto as trocas passaram para cada 4000 km. Com exceção da primeira que deve ser feita obrigatoriamente aos 1000 km ou após seis meses.”, explica Guedes.

A validade do óleo também é outro fator a ser levado em conta. Após sair da embalagem o óleo dura seis meses. Mesmo que a moto não rode a quilometragem indicada, depois desse período o óleo deve ser substituído. “Mas trocar o óleo toda semana ou a cada 1000 km, além de jogar dinheiro fora, o motociclista vai gerar resíduos desnecessários para o meio ambiente”, relembra o engenheiro que há 14 anos trabalha na Honda.

O óleo certo

Alfredo Guedes também alerta para o uso do óleo correto, ou seja, aquele recomendado pela montadora. “O consumidor deve sempre usar o óleo recomendado pelo fabricante. Pois já fizemos exaustivos testes em bancadas, ou rodando em condições severas. Muitos proprietários de motos maiores, como a CBR 600RR, por exemplo, querem usar óleo de base sintética, porque acham que é melhor. Não recomendamos”, avisa o engenheiro.

Segundo ele, os óleos de base sintética podem formar uma película nos discos de embreagem e reduzir o atrito. Com isso a embreagem pode começar a patinar. “Alguns fabricantes de óleo sintéticos afirmam que isso não acontece mais, porém a Honda ainda não testou esses óleos e o motociclista não deve utilizá-lo em nossas motocicletas. Exceto alguns modelos de competição que têm embreagem a seco”, reforça ele.

A maioria das motos de rua tem discos de embreagem banhados a óleo. Enquanto nos carros há um lubrificante específico para o motor e outro para a caixa de transmissão, na maioria das motos com motores quatro tempos à venda no Brasil o mesmo óleo que lubrifica cilindros e pistões, lubrifica também a caixa de marchas e a embreagem. “Por isso nunca se deve usar óleo de carro em motocicletas”, conclui Alexandre Hernandes, instrutor da Yamaha.

Conclusão

Para saber qual a hora certa de trocar o óleo de sua moto a principal recomendação dos fabricantes é só uma: seguir à risca o “Manual do Proprietário”. Tanto em relação ao óleo a ser utilizado quanto ao intervalo entre as trocas. Com isso, segundo o Instrutor da Yamaha, o motociclista tem a garantia de estar cuidando bem da lubrificação de sua moto. “Seguindo o Manual não tem erro, não tem xabu”, reforça Alfredo da Honda.

5 dicas sobre troca de óleo:
1) Nunca use óleo de carros em motocicletas
2) O óleo certo para cada modelo de moto é o recomendado pelo fabricante
3) Verifique o nível do óleo semanalmente
4) Na troca de óleo, verifique a necessidade de substituir os filtros de óleo e ar da motocicleta
5) Caso sua moto não rode muito, troque o óleo a cada seis meses


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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Direitos econômicos X Direitos federativos: Entenda cada um.


Nos últimos dias o mercado tem andado meio movimentado, pelo menos no ramo da boataria e das informações desencontradas.
Houve quem dissesse que o Flamengo iria comprar a parcela do Cruzeiro dos direitos econômicos de Kleber, para apressar ou mesmo concretizar sua contratação. Bobagem.
Há quem diga que o clube vai comprar ou vender metade ou outro percentual dos direitos federativos de um atleta. Sem chance, essa possibilidade não existe.
Vamos, então, dar uma olhada básica, bem sumária, sobre esse tema. E já aviso: tem uns “engenheiros jurídicos” que parecem capazes de dar nó em pingo-d’água e tem uns teretetês por aí que eu, sinceramente, desconheço. Então, vamos ao básico, mesmo.

O direito federativo
Direito federativo é único e só pode ser detido por um clube devidamente registrado – ou seja, nenhum empresário, agente, grupo econômico ou qualquer outra coisa que não seja um clube de futebol, em dia com as federações da vida, pode ter direito federativo de algum atleta. Devido ao seu caráter único, não cabe, em momento algum, dizer que “o clube X é dono de y% dos direitos federativos do atleta Fulano”. Se, mesmo assim, alguém falar em percentual, um clube sempre terá 100% dos direitos federativos de um atleta. Consequentemente, o plural “direitos federativos” só se aplica se estivermos falando de dois ou mais jogadores.
Querem ver a prova disso:
Imaginem que o Corinthians compra 50% dos direitos federativos de Carlitos Tevez e os outros 50% fiquem com o Manchester City. Os dois clubes teriam direito a inscrever o jogador, na CBF e na FA. E o pobre Carlitos teria que comprar um caça supersônico aposentado – da USAF ou, mais facilmente, da Força Aérea Russa – como um Mig 23, por exemplo, devidamente desarmado e com o espaço das armas tomado por combustível, e usá-lo quase uma vez por dia, para poder cumprir os compromissos cá e lá.
Meio que sem chance, não?
Outro ponto importante: direito federativo, ao contrário do antigo passe, não é eterno, ele tem a duração do contrato assinado entre o atleta e o clube. Findo esse prazo, o jogador está livre para procurar outro emprego.
E se o jogador estiver emprestado?
A mesma coisa: o clube que recebeu-o emprestado terá o direito federativo, ou seja, 100%, desse atleta, durante o prazo ce seu contrato com o clube onde joga emprestado. Para ficar claro: um jogador é emprestado a outro por 6 ou 12 meses. Primeiro, isso é possível porque seu contrato com o clube que detém seu direito federativo tem uma duração superior à do contrato ou empréstimo ou, pode acontecer, idêntica. Se o contrato do atleta tem validade de mais 24 meses, digamos, ele pode jogar em outro clube por qualquer período inferior ou no máximo igual a esse.
Direito federativo, portanto, é uma coisa efêmera, mera decorrência de um contrato de trabalho entre um atleta e um clube. Findo o contrato, finda a figura do direito federativo, que voltará a existir no momento em que o atleta assinar outro contrato com outro ou com o mesmo clube.
Por fim, direito federativo só pode ser negociado de um clube para outro. Isso já ficou claro no texto, mas não custa ressaltar.
Adendo: a Multa Rescisória
Ela é sempre alta, mesmo para clubes brasileiros.
Como diz o nome, ela é uma penalidade financeira para quem rescinde um contrato de forma unilateral. Há algumas controvérsias, mas o caminho mais correto e menos sujeito a interpelações judiciais é o clube interessado repassar o dinheiro da multa à parte interessada em rescindir o contrato, o jogador, e este pagar a multa e ficar liberado para assinar compromisso com o outro clube. Claro, que isso numa situação de conflito (como já aconteceu). De maneira geral, chega-se a um acordo civilizadamente, e o interessado paga o valor total da multa e parte com seu novo contratado em busca do “felizes para sempre”.

Os direitos econômicos
Opa, a primeira diferença já aparece no título: direitos econômicos – no plural, porque mais de uma entidade pode deter os direitos econômicos de um atleta.
Se o direito federativo só existe enquanto existir um contrato, o direito econômico só existirá se um atleta for negociado de um clube para outro durante a vigência de seu contrato. É essa transferência que dá “vida” ao direito ou direitos econômicos.
Para ficar claro, vamos pegar um exemplo concreto: o affaire Kleber/Palmeiras/Flamengo/Cruzeiro.
O Cruzeiro negociou a transferência do atleta para o Palmeiras. Provavelmente, devido ao valor não ser o desejado, o clube das Alterosas e o da Pauliceia concordaram que, em caso de transferência do atleta 50% dos direitos econômicos aí gerados seriam do Cruzeiro. Em termos práticos, o Cruzeiro não tem poder algum sobre o jogador ou sobre o Palmeiras, nada, exceto no caso do Palmeiras negociá-lo. Nesse caso, o clube mineiro terá direito à metade do valor do negócio.
E se o Kleber se aposentar no Palmeiras? Ou sofrer um acidente?
Bom, não conheço o contrato, mas ele pode ou não ter uma cláusula de compensação para o Cruzeiro, algo como: se o atleta não for negociado nos próximos x meses, caberá à Sociedade Esportiva Palmeiras o pagamento de um valor indenizatório ao Cruzeiro Esporte Clube no total de y reais. outra cláusula que os podem ou não ter acertado é o valor mínimo de transferência ou um valor mínimo para essa complementação do negócio para o Cruzeiro.
Quanto ao risco de um acidente e um encerramento precoce de carreira, é possível, mas não sei se provável, que haja um seguro cobrindo ambos os clubes.
E a história que o Flamengo compraria a parte do Cruzeiro? Se verdadeira, e duvido que seja, seria inócua. O clube poderia comprar até mesmo os direitos econômicos da parte do Palmeiras e nada aconteceria, a menos que o alviverde cedesse, por contrato, seus direitos federativos sobre o atleta.

Os parças dos direitos econômicos
Parece que “parça” está na moda, não? Então, vamos a eles, os parças que usufruem dos direitos econômicos.
O primeiro, e já bastante comum, é o próprio atleta. Jogadores jovens, principalmente, de repente fazem sucesso, chamam a atenção e têm contratos com baixos valores de multas, além, é claro, de baixos salários. Nesse momento, os clubes correm e oferecem novos contratos, com salários maiores e, o que de fato importa, multas contratuais altíssimas.
Ora, jogador não é bobo e empresário menos ainda. Nessa circunstância, o primeiro item a ser negociado é “quantos porcento vão ficar pro meu garoto?” e só depois vem o salário. Dessa forma, é comum um atleta jovem ser dono de 30% dos direitos econômicos de sua futura transferência. É, também, bastante comum que ele venda uma parte desse percentual para seu empresário, recebendo dinheiro vivo que vai para a compra de uma casa para os pais, um carrão zero para ele y otras cositas más. Vejam, por exemplo, o caso de Paulo Henrique Ganso: 45% de seus direitos econômicos são do Santos, outros 45% do DIS e 10% do próprio atleta.
Empresários também são donos de parcelas de direitos econômicos, embora a FIFA tenha algumas restrições. Dependendo da pobreza da família do atleta e de suas necessidades imediatas, não é incomum um empresário adiantar meio milhão de reais ou mesmo um milhão em troca de 10, 15, 20% dos direitos econômicos do atleta, que muitas vezes irão se transformarem 3, 4, 5 ou mais milhões de reais.
Há também empresas no negócio, como parece ser o caso da Unimed e agora do banco patrocinador de mais de dez clubes da Série A. Nos dois casos, mas principalmente no caso do banco, temos uma mistura de papeis que, ao menos na minha visão, deveria gerar muita preocupação.

É isso.
O passe, felizmente, acabou, foi jogado no lugar de onde nunca deveria ter saído: a lata de lixo. Sua existência moldou o mundo da bola por décadas e décadas. Prendeu jogadores, enriqueceu clubes que empobreceram ainda mais do que enriqueceram. Há, ainda, quem lamente sua extinção. É quase como lamentar o fim da escravidão, guardadas as proporções devidas.
O jogador hoje tem liberdade para trabalhar onde quiser. Sua obrigação é cumprir o contrato. Porém, como bem sabemos, contratos são sujeitos a pressões e mudanças. Pode não ser bom, mas é assim que é.
Compete aos clubes melhorarem suas gestões e acompanharem com mais atenção e rigor tudo que se passa com seu principal patrimônio depois da torcida: os seus jogadores.

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O uso dos Porquês

O uso dos porquês é um assunto muito discutido e traz muitas dúvidas. Com a análise a seguir, pretendemos esclarecer o emprego dos porquês para que não haja mais imprecisão a respeito desse assunto. 

Por que 
O por que tem dois empregos diferenciados: 

Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”: 

Exemplos: Por que você não vai ao cinema? (por qual razão)
Não sei por que não quero ir. (por qual motivo)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais. 

Exemplo: Sei bem por que motivo permaneci neste lugar. (pelo qual)

Por quê 
Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação, o por quê deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”. 

Exemplos: Vocês não comeram tudo? Por quêAndar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro. 

Porque 
É conjunção causal ou explicativa, com valor aproximado de “pois”, “uma vez que”, “para que”. 

Exemplos: Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois)
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)

Porquê 
É substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral. 
Exemplos: O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)
Diga-me um porquê para não fazer o que devo. (uma razão)


Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

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