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A redação do Enem 2013 e seus desafios

A redação do Enem 2013 e seus desafios

Saiba mais sobre as novas regras e como não tirar ZERO

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) será mais rigoroso na correção das redações do Enem 2013. As mudanças aconteceram depois da polêmica da receitas de miojo, do hino do Palmeiras e dos erros grosseiros de ortografia, como "enchergar", "rasoavel" e "trousse", além dos erros de concordância verbal, acentuação e pontuação encontrados nas melhores redações.

O candidato tirou 560 pontos
Para 2013, será exigido o domínio da norma culta e proibido o uso de sarcasmos. A nota também não poderá ter uma diferença maior que 100 pontos entre os dois corretores. Caso isso aconteça, o texto será encaminhado para um terceiro corretor. 

Além de alterar as regras para anulação da redação que tiver "parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto", o MEC agora vai exigir uma justificativa dos corretores para aceitar que uma redação contendo erro de português receba a nota máxima. 

Confira outros fatores que podem levar o aluno a tirar nota zero na redação:

Não atender a proposta solicitada
Não seja do tipo dissertativo-argumentativo
Em branco
Com menos de sete linhas
Que contenha parte dos textos usados na apresentação do tema ou na prova
Com desenhos e outras formas propositais de anulação

São várias as competências analisadas. Veja e entenda todas elas:

COMPETÊNCIAS DA REDAÇÃO - Enem 2013
Competência I: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita
Competência II: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
Competência III: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
Competência IV: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
Competência V: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Fonte: Inep

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Aprenda mais um pouco sobre ALGAS

A L G A S


As algas são organismos que anteriormente eram incluídos no Reino Plantae, porém atualmente pertencem ao Reino Protista, sendo a Ficologia (fico = algas; logia = estudo) o ramo da biologia que estuda esses seres: unicelular ou multicelular (filamentosas), eucariontes, fotossintetizantes e viventes em ambientes de água doce (rios, lagos ou superfícies úmidas) ou salgada (mares e oceanos).

Esses organismos autotróficos, dispostos na superfície oceânica (compondo o fitoplâncton), consomem o gás oxigênio dissolvido na água para a sua respiração e liberam através do processo fotossintético cerca de 70 a 90% do oxigênio contido na atmosfera


Algas verde-azuis
Algumas espécies de algas verde-azuis formam uma camada escura e
escorregadia na superfície das rochas a beira de rios, lagos e mares. Outras
ocorrem no solo, formando uma fina camada sobre o chão úmido. Os lagos com
grande proliferação de algas têm uma cor esverdeada ou verde-azulada. Algumas
espécies de algas verde-azuis são um veneno para os peixes ou para o gado e
outros animais que bebam a água que contem esses organismos.
Em sua maioria, as algas verde-azuis só são visíveis ao microscópio.
Algumas espécies só têm uma célula, outras são multicelulares, com as células
formando filamento. As células das algas verde-azuis não têm núcleo definido.
Além da clorofila, contem pigmentos (substâncias corantes) azuis ou vermelhos.
A combinação de pigmentos faz com que algumas algas pareçam rosadas,
pardacentas ou pretas. Muitas das espécies filamentosas podem tirar nitrogênio
do ar, e assim fertilizar o solo ou a água. A maioria das algas verde-azuis só se
reproduzem por divisão celular.
Algas Pardas
São abundantes ao longo do litoral das zonas temperadas. Algumas espécies
medem aproximadamente 60m. De certas algas pardas só se extrai uma
substância viscosa chamada algina, usada para espessar cosméticos, sorvetes
e outros produtos. Antigamente, algumas algas pardas eram largamente usadas
como adubo e como fonte para extração de iodo.
Algas Verdes
Ocorrem tanto em água doce como na água salgada. A maioria das espécies
são microscópicas e vivem em lagos, charcos e rios. Grandes quantidades dessas
algas podem dar a cor verde a todo um lago. Outras espécies são maiores e
desenvolvem-se ao longo das praias. Muitas praias com aspecto de coral, nos
trópicos, consistem de algas verdes. Alguns cientistas vêm fazendo
experiências sobre o cultivo de algas verdes para serem usadas como alimento,
mas a maioria das algas não são dotadas de grande valor nutritivo.
Algas Vermelhas
são encontradas principalmente nos mares entre os trópicos, onde as vezes se
desenvolvem juntamente com corais. Algumas espécies vivem em água doce.
Certas algas vermelhas contem tanto pigmento verde como vermelho. De algumas
se extrai o agar-agar, substância gelatinosa utilizada pelos cientistas como meio
de cultura de bactérias em laboratórios. Os japoneses comem uma alga vermelha,

que eles chamam de nori, Esta alga é usualmente posta a venda dessecada, em
forma de folhas semelhantes a papel.
Outras espécies de algas
Todas as outras algas existentes, tem células com pelo menos um núcleo. As
células contem clorofila e outros pigmentos em órgãos diferenciados. Essas algas
são geralmente agrupadas de acordo com a cor: parda, verde ou vermelha.
Desenvolvem-se e reproduzem-se por divisão celular. A maioria das espécies
também podem reproduzir-se de forma sexuada.
Este grande grupo de algas inclui as diatomas e as dinoflageladas, a maioria
das quais são monocelulares. Muitas dessas algas encontram-se em grandes
massas de vegetais e animais aquáticos que se deslocam a deriva e constituem
o plancto. As dinoflageladas, monocelulares, nadam graças a dois órgãos
semelhantes a pêlos, chamados flagelos. As diatomas têm a membrana
celular dura, reforçada por sílica. Esse "esqueleto" externo resiste a
decomposição, e quando grande número de "esqueletos" de diatomas se
acumulam no fundo dos mares, formam um material esbranquiado, chamado
diatomita, muito utilizado na indústria.

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A Série biografia traz: ALBERT EINSTEIN


1. INTRODUÇÃO Einstein, Albert (1879-1955), físico alemão
naturalizado americano. Premiado com o Nobel de Física em 1921, é famoso por ser autor
das teorias especial e geral da relatividade e por suas idéias sobre a natureza corpuscular da
luz. É provavelmente o físico mais conhecido do século XX.
Nasceu em Ulm em 14 de março de 1879 e passou sua juventude em Munique, onde sua
família possuía uma pequena oficina de máquinas elétricas. Desde muito jovem demonstrava
excepcional curiosidade pela natureza e notável capacidade de entender os conceitos
matemáticos mais complexos. Aos 12 anos já conhecia a geometria de Euclides.

2. PRIMEIRAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS 
Em 1905 doutorou-se pela Universidade de Zurique, na Suíça, com uma tese sobre as
dimensões das moléculas. No mesmo ano, publicou quatro artigos teóricos de grande valor
para o desenvolvimento da física. No primeiro, sobre o movimento browniano, formulou
predições importantes sobre o movimento aleatório das partículas dentro de um fluido, que
foram comprovadas em experimentos posteriores. O segundo artigo, sobre o efeito
fotoelétrico, antecipava uma teoria revolucionária sobre a natureza da luz. Segundo Einstein,
sob certas circunstâncias a luz se comportava como uma partícula. Também afirmou que a
energia que era transportada por toda partícula de luz, que denominou fóton, era proporcional
à freqüência da radiação. Isto era representado pela fórmula E = hu, onde E é a energia da
radiação, h uma constante universal chamada constante de Planck e u é a freqüência da
radiação. Esta teoria postulava que a energia dos raios luminosos se transfere em unidades
individuais chamadas quanta, contrariando as teorias anteriores que afirmavam que a luz era
manifestação de um processo contínuo.
No terceiro trabalho, expôs a formulação inicial da teoria da relatividade que mais tarde o
tornaria mundialmente conhecido; e no quarto e último trabalho, propôs uma fórmula para a
equivalência entre massa e energia, a famosa equação E = mc
2, pela qual a energia E deuma quantidade de matéria, com massa m, é igual ao produto da massa pelo quadrado da
velocidade da luz, representada por c.

3. TEORIA DA RELATIVIDADE
A terceira publicação de Einstein, em 1905, Sobre a eletrodinâmica dos corpos em
movimento, tratava do que ficou conhecido como teoria especial da relatividade. Esta teoria
se baseava no princípio de que toda medição do espaço e do tempo é subjetiva. Isto levou
Einstein a desenvolver mais tarde uma teoria baseada em duas premissas: o princípio da
relatividade, segundo o qual as leis físicas são as mesmas em todos os sistemas de inércia
de referência, e o princípio da invariabilidade da velocidade da luz, o qual afirma que a luz se
move com velocidade constante no vácuo.
A teoria geral da relatividade só foi publicada em 1916. De acordo com esta teoria, as
interações entre dois corpos, que até então se atribuíam a forças gravitacionais, explicam-se
pela influência de tais corpos sobre o espaço-tempo (espaço de quatro dimensões, uma
abstração matemática em que o tempo se junta, como quarta dimensão, às três dimensões
euclidianas).

4. EINSTEIN NO BRASIL
Foi em Sobral, no Ceará, que, em maio de 1919, durante um eclipse solar, demonstrou-se
que a luz das estrelas era atraída pelo Sol, confirmando-se as proposições da teoria da
relatividade e espalhando a fama de Einstein pelo mundo. Ele esteve duas vezes no Rio de
Janeiro, a primeira, por poucas horas, em março de 1925, a caminho da Argentina. Na
segunda, de 4 a 12 de maio do mesmo ano, pronunciou duas conferências sobre a
relatividade e uma sobre a teoria da luz.

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VERBOS



Os verbos da língua portuguesa são classificados em: regulares, irregulares, anômalos, defectivos e abundantes.

• Regulares: são aqueles em que o radical permanece o mesmo em toda a conjugação.
Exemplo: verbo cantar.


Presente Perfeito 




Radical Terminação Radical Terminação
Cant o Cant ei
Cant as Cant aste
Cant a Cant ou
Cant amos Cant amos
Cant ais Cant astes
Cant am Cant aram





• Irregulares: são os verbos cujos radicais se alteram ou cujas terminações não seguem o modelo da conjugação a que pertencem.
Exemplo: verbo ouvir.


Presente Perfeito 







Radical Terminação Radical Terminação
Ouç o Ouv i
Ouv es Ouv iste
Ouv e Ouv iu
Ouv imos Ouv imos
Ouv is Ouv istes
Ouv em Ouv iram






• Anômalos: verbos que apresentam mais de um radical ao serem conjugados.
Exemplo: verbo ser e ir.
No verbo ser ocorrem radicais diferentes, note pela diferença entre: seja, era.
No verbo ir, da mesma forma: vou, fui, irei.

• Defectivos: não se apresentam em todas as flexões.
Exemplos: 

verbo abolir verbo reaver 




Presente do indicativo Presente do indicativo
Eu # Eu #
Tu aboles Tu #
Ele abole Ele #
Nós abolimos Nós reavemos
Vós abolis Vós reaveis
Eles abolem Eles #






• Abundantes: apresentam duas ou mais formas equivalentes.
Exemplo:




aceitar      aceitado      aceito
acender     acendido     aceso
corrigir      corrigido      correto
eleger       elegido        eleito
emergir     emergido     emerso
entregar    entregado    entregue
encher      enchido        cheio
expelir      expelido       expulso
extinguir    extinguido    extinto
fritar         fritado          frito
imergir      imergido        imerso
imprimir    imprimido     impresso
inserir        inserido       inserto
limpar      limpado          limpo
matar       matado         morto





Por Marina Cabral

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REDAÇÃO: ESQUEMA BÁSICO DA DISSERTAÇÃO


ESQUEMA BÁSICO DA DISSERTAÇÃO
 
 

1º parágrafo: TEMA + argumento 1 + argumento 2 + argumento 3
2° parágrafo: desenvolvimento do argumento 1
3° parágrafo: desenvolvimento do argumento 2
4° parágrafo: desenvolvimento do argumento 3
5° parágrafo: expressão inicial + reafirmação do tema + observação final.
EXEMPLO:
TEMA: Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos.
................................................
POR QUÊ?

*arg. 1: Existem populações imersas em completa miséria.
*arg. 2: A paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais.
*arg. 3: O meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.
..............................................................
Texto Pronto.
      Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver os graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações imersas em completa misériaa paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais e, além do mais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.
   Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis – estas, mal distribuídas, quer entre Estados, quer entre indivíduos – encontramos legiões de famintos em pontos específicos da Terra. Nos países do Terceiro Mundo, sobretudo em certas regiões da África, vemos com tristeza, a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações.
   Além disso, nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação, aos conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória a triste lembrança das guerras do Vietnã e da Coréia, as quais provocaram grande extermínio. Em nossos dias, testemunhamos conflitos na antiga Iugoslávia, em alguns membros da Comunidade dos Estados Independentes, sem falar da Guerra do Golfo, que tanta apreensão nos causou.
Outra preocupação constante é o desequilíbrio ecológico, provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar em local inabitável.
    Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a acreditar que o homem está muito longe de solucionar os graves problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade e indiretamente a qualquer pessoa consciente e solidária. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras, para podermos suportar as adversidades e construir um mundo que, por ser justo e pacífico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.


Prof. L.C.

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Vai prestar ENEM? Então, se liga nas dicas de Redação.


Dominar a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto, conhecer seu lado teórico é muito importante. você precisará fazer a sua parte, isto é, escrever.
SIMPLICIDADE = Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.
CLAREZA = O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE = Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE = Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da idéia.
COERÊNCIA = A coerência (coesão) entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
EXEMPLOS = Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.
ÊNFASE = Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à idéia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.
LEIA E RELEIA = Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. Àmedida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.
REDAÇÃO
Partes da dissertação - o tema e o título

Antes de se iniciar a dissertação, é necessário que se estabeleça a diferença entre o tema o título.
       O tema é o assunto sobre o qual o redator irá escrever a sua redação, ou seja, é a idéia central que norteará as idéias secundárias a serem desenvolvidas. Será geralmente, uma oração completa.

Já o título, consiste numa expressão mínima que faz uma referência vaga acerca da redação, dando ao leitor uma idéia vaga sobre o tema escolhido e sobre o que será tratado no texto. Será, na maioria das vezes, um conjunto de palavras nominais, ou seja, não constituem uma oração.
      
       Exemplo:
       Tema - É cada vez mais evidente o papel desempenhado pela televisão na formação do jovem do século XXI.
       Veja algumas possibilidades de títulos:
- A televisão e o jovem moderno
- As influências da televisão na educação dos jovens
- O papel da tv na educação
- Televisão versus educação

OBS! Note que há uma diferença básica entre o título e o tema. O primeiro é apenas uma expressão e geralmente não apresenta verbo, enquanto o segundo se constitui numa oração e tem evidentemente um verbo.


Partes da redação - a introdução
      
       A introdução é a primeira parte da redação.
       É nela que o redator vai expressar a concepção geral do seu texto; é ela que vai servir de apresentação das idéias a serem desenvolvidas por ele. Por isso, nela deve conter a idéia do tema e as idéias secundárias oriundas da reflexão ou projeto do texto do redator. No caso da introdução, essas idéias secundárias são os argumentos que nos parágrafos seguintes serão o desenvolvimento geral do texto.
       Exemplo:

Tema: Pesquisas revelam que a quantidade de água potável do planeta tem dias contados.

Água: o ouro do século XXI
       Embora as pesquisas apontem a escassez da água como uma realidade cada vem mais evidente, ainda se vê muito desperdício de água potável e poluição dos seus lençóis em todo o mundo, sem que sejam tomadas as providências necessárias para preservar esse bem precioso
 OBS! Note que o redator da introdução primeiramente retoma o tema, recriando-o com certa originalidade, apresentando em seguida os argumentos que justificarão o que ele reafirma ao aceitar o tema como algo coerente.
       Note também que o tópico frasal é a idéia central que dará origem às secundárias, que por sua vez, são apresentadas em seguida e servem de desenvolvimento para o projeto do parágrafo.

DICA! Para o redator encontrar os argumentos, ele pode perguntar por que ao tema. Assim ele encontrará as respostas, que serão os seus argumentos.


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Teste seus conhecimentos resolvendo 12 questões de interpretação de texto para o Enem. - Com gabarito




01. O texto a seguir foi extraído de um romance brasileiro. A partir de sua leitura, é possível extrair traços que permitam identificar o estilo literário a que pertence. Assinale a alternativa que indique esses traços e a escola a que o trecho pode ser filiada.

Caía a tarde.
No pequeno jardim da casa do Paquequer, uma linda moça se embalançava indolentemente numa rede de palha presa aos ramos de uma acácia silvestre, que estremecendo deixava cair algumas de suas flores miúdas e perfumadas.
Os grandes olhos azuis, meio cerrados, às vezes se abriam languidamente como para se embeberem de luz, e abaixavam de novo as pálpebras rosadas.
Os lábios vermelhos e úmidos pareciam uma flor da gardênia dos nossos campos, orvalhada pelo sereno da noite; o hálito doce e ligeiro exalava-se formando um sorriso. Sua tez(1), alva e pura como um froco(2) de algodão, tingia-se nas faces de uns longes(3) cor-de-rosa, que iam, desmaiando, morrer no colo de linhas suaves e delicadas.
O seu traje era do gosto mais mimoso e mais original que é possível conceber; mistura de luxo e simplicidade.
Tinha sobre o vestido branco de cassa(4) um ligeiro saiote de riço(5) azul apanhado à cintura por um broche; uma espécie de arminho(6) cor de pérola, feito com a penugem macia de certas aves, orlava(7) o talho(8) e as mangas, fazendo realçar a alvura de seus ombros e o harmonioso contorno de seu braço arqueado sobre o seio.
Os longos cabelos louros, enrolados negligentemente em ricas tranças, descobriam a fronte alva, e caíam em volta do pescoço presos por uma presilha finíssima de fios de palha cor de ouro, feita com uma arte e perfeição admirável.
A mãozinha afilada(9) brincava com um ramo de acácia que se curvava carregado de flores, e ao qual de vez em quando segurava-se para imprimir à rede uma doce oscilação. 

Notas: (1) pele; (2) floco; (3) tonalidades suaves; (4) tecido fino; (5) tecido de lã: (6) tipo de agasalho; (7) enfeitava; (8) corte (do vestido); (9) fina. 

a) A sensualidade e animalização que se associam à personagem evidenciam traços naturalistas.
b) A construção de uma imagem urbanizada e cosmopolita da figura feminina denuncia a estética modernista.
c) A colocação da personagem apenas como pretexto para tratar de aspectos da natureza revela o neoclassicismo.
d) A imagem espiritualizada da mulher, de franca inspiração religiosa, aponta para a estética barroca.
e) A idealização da mulher e seu envolvimento harmonioso com a natureza brasileira permitem aproximar a imagem do Romantismo. 

A tirinha a seguir serve de base para as questões 02 e 03. Observe-a com atenção:



02. Comparando a fala do primeiro balão com a do último, é CORRETO afirmar que:

a) há uma relação intertextual entre elas, embora haja diferenças de estrutura sintática entre uma e outra.
b) sob o ponto de vista conceitual, a expressão “lei da selva” tem uma extensão mais ampla que “lei da gravidade”, que tem sentido especializado.
c) a forma verbal “Lamento” sugere a relação respeitosa que as personagens estabelecem entre si na tirinha.
d) a conjunção “mas” poderia ser substituída, somente no primeiro quadrinho, porporém ou no entanto.
e) a expressão “lei da gravidade” não pode ser entendida, devido ao contexto sarcástico, como um termo técnico da Física. 

03. A imagem no segundo quadrinho 

a) comprova que a lei da selva é válida em todas as situações.
b) é incompatível com o que ocorreu no primeiro quadrinho.
c) reforça o lamento do gato no começo da tirinha.
d) permite ao rato fazer a observação que está no último balão.
e) mostra a indignação do rato para com a postura do gato. 

04. O fragmento seguinte foi extraído do poema “sida”, do poeta português Al Berto. Seu título é a sigla da doença Síndrome de Imuno-Deficiência Adquirida — que no Brasil é designada pelo correspondente em inglês AIDS. Leia-o e assinale a alternativa CORRETA sobre ele: 

aqueles que têm nome e nos telefonam
um dia emagrecem — partem
deixam-nos dobrados ao abandono
no interior duma dor inútil muda
e voraz
a) Os versos usam de humor para falar de um tema delicado.
b) O trecho trata da impotência humana diante da morte.
c) O texto faz uma crítica moralista da podridão humana.
d) O poema explora basicamente a decepção amorosa.
e) A crítica ao sistema de telemarketing mostra o caráter moderno do texto. 

05. Textos para a questão 

Texto 1

No meio das tabas de amenos verdores, Cercadas de troncos — cobertos de flores, Alteiam-se os tetos d’altiva nação;
São muitos seus filhos, nos ânimos fortes, Temíveis na guerra, que em densas coortes Assombram das matas a imensa extensão.

São rudos1, severos, sedentos de glória,
Já prélios2 incitam, já cantam vitória,
Já meigos atendem à voz do cantor:
São todos Timbiras, guerreiros valentes!
Seu nome lá voa na boca das gentes,
Condão3 de prodígios, de glória e terror!
(DIAS, Gonçalves. “I-Juca-Pirama”.) 

Notas: 1) rudes; 2) guerras; 3) poder (entenda-se: o nome “Timbiras” teria o poder de evocar a fama de “prodígios, de glória e terror” atribuída a essa nação indígena). 

Texto 2

No fundo, que vem a ser o magnífico “I-Juca-Pirama”? É a idealização das próprias virtudes heróicas da nossa raça, não no complexo dos sentimentos que ali se exaltam, a das do índio — ser tão rude, tão elementar, símbolo da incongruência moral.
Sabemos perfeitamente e já o sabiam os descobridores: ele é uma criança que se vende ou vende os seus por um espelhinho, um berimbau ou um metro de baeta1.
Isolado sempre foi assim, e hoje coletivamente o é, nas malocas de pobre vencido, descrido2, muitas vezes reduzido a um bicho abjeto3, hidrópico4, por efeito do paludismo5, nas regiões ribeirinhas onde o mosquito anda em nuvens.
(VÍTOR, Nestor. “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter”.
O Globo: Rio de Janeiro, 8/10/1928.) 

Notas: 1) tecido de algodão; 2) desacreditado; 3) desprezível; 4) portador de moléstia que se caracteriza pelo inchaço resultante da retenção de líquidos no organismo; 5) malária. 

Leia as asserções seguintes: 

I. Os dois textos apresentam visões bem diferentes a propósito da cultura e da condição dos povos indígenas.
II. O Texto 1 é um fragmento de poema que idealiza o índio como herói, de acordo com a visão típica do Romantismo, embora tal visão se baseie numa característica fundamental da cultura indígena: a de ser uma cultura de povos guerreiros.
III. O Texto 2 é um fragmento de crítica literária que apresenta a cultura dos povos indígenas e a condição do índio tal como se configuram de fato na vida real, de acordo com uma visão neutra e, até hoje, cientificamente válida.
IV. O Texto 2 compreende a cultura e a condição dos índios de modo preconceituoso, embora se fundamente em observações que podem corresponder, parcialmente, à condição degradada a que foram submetidos os povos indígenas no Brasil ao longo da história. 

É(são) correta(s) a(s) asserção(ões):
a) Apenas I e IV.
b) Apenas II, III e IV.
c) Apenas I, II e IV.
d) Nenhuma, exceto a I.
e) A II, exclusivamente. 

06. O texto a seguir pertence ao livro Infância (1945), de Graciliano Ramos. Leia-o e assinale a alternativa CORRETA sobre ele. 

O ponto de reunião e fuxicos era a sala de jantar, que, por duas portas, olhava o alpendre(1) e a cozinha. Como falavam muito alto, as pessoas se entendiam facilmente de uma peça para outra. Nos feixes de lenha arrumados junto ao fogão, na prensa de farinha, nos bancos duros que ladeavam a mesa, a gente se sentava e ouvia as emboanças(2) do criado, um caboclo besta e palrador(3). Rosenda lavadeira cachimbava e engomava roupa numa tábua. (…)
Vivíamos todos em grande mistura — e a sala de visitas era inútil, com as cadeiras pretas desocupadas, uma litografia(4) de S. João Batista e uma do inferno, o pequeno espelho de cristal que Amâncio, afilhado de meu pai, trouxera do Rio ao deixar o exército no posto de sargento. 

Notas: (1) varanda coberta; (2) conversas sem importância; (3) falante; (4) espécie de pintura. 

a) No trecho, o narrador estabelece uma relação contrastante entre dois espaços domésticos distintos.
b) Ao afirmar que a sala de jantar “olhava o alpendre e a cozinha”, o narrador cria uma metáfora da vigilância opressiva e autoritária sobre empregados.
c) A inutilidade atribuída à sala de visitas se explica pela condição de recolhimento em que vive a família do narrador, fechada em si mesma.
d) O narrador se coloca em uma postura objetiva, estabelecendo um distanciamento em relação ao espaço retratado.
e) A separação nítida entre espaços de patrões e de empregados funciona como evidência e denúncia do elitismo característico da família patriarcal nordestina. 

Textos para as questões 07 e 08 

Leia atentamente a tira do cartunista Laerte, publicada no jornal Folha de S. Paulode 25/03/2009, e a letra da canção “Maracangalha”, criada pelo compositor baiano Dorival Caymmi em 1956. 



Maracangalha
Dorival Caymmi
1 Eu vou pra Maracangalha
Eu vou!
3 Eu vou de uniforme branco
Eu vou!
5 Eu vou de chapéu de palha
Eu vou!
7 Eu vou convidar Anália
Eu vou!
9 Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
11 Eu vou só!
Eu vou só!
13 Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
15 Eu vou só!
Eu vou só sem Anália
17 Mas eu vou!...
Eu vou só!... 

07. Aponte a alternativa INCORRETA a respeito dos dois textos: 

a) Embora utilize uma outra linguagem, a tira estabelece uma clara relação intertextual com o conteúdo da canção, pois toma como reais as ações que o eu lírico da canção imaginara para seu futuro imediato.
b) Há uma evidente correspondência entre o sétimo verso da canção e o segundo quadrinho da tira.
c) Há uma evidente correspondência entre o primeiro verso da canção e o último quadrinho da tira.
d) A tira reconstrói a situação a que a canção se refere num cenário mais contemporâneo, conferindo um aspecto mais atual a elementos como os mencionados no terceiro e no quinto verso da canção.
e) As afirmações contidas nos cinco versos finais da canção são desmentidas pelo último quadrinho da tira. 

08. O terceiro verso da letra da canção de Caymmi aparece em algumas fontes de consulta grafado da seguinte maneira: 

“Eu vou de liforme branco”
Observe os comentários a seguir a respeito dos textos:
I. A grafia “liforme” busca imitar uma pronúncia popular de uniforme, reforçando o efeito de oralidade produzido por meio de formas como “pra” e pelas frases curtas e repetidas.
II. Os traços de coloquialidade presentes na canção colaboram para criar um efeito de verdade, uma impressão de sinceridade do poeta, o que é um traço dos textos em que predomina a função emotiva.
III. As manifestações de euforia do eu lírico na canção cedem lugar, na tirinha, para o pressentimento da personagem masculina, que está prestes a ver frustrada a sua aspiração de viajar com Anália.
Podem ser considerados corretos os comentários:
a) II, apenas.
b) I e II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III. 


09. Texto para a questão 




A charge acima, do cartunista Benett, foi publicada no jornal Gazeta do Povo em 29/12/2008. Marque a alternativa que a analisa equivocadamente:
a) A figura da caveira com a foice na mão representa o tema da morte.
b) Quando a caveira sai de férias, significa que o contexto é de paz.
c) A caveira sempre está de plantão, já que sempre ocorrem mortes.
d) Quando a caveira está de plantão o quadro é de guerra.
e) A charge faz alusão à guerra entre palestinos e judeus. 

10. Texto para a questão 

Conforme noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 2/5/2009 (p. B5), em conversa de Luiz Inácio Lula da Silva com diretores da Petrobras num evento comemorativo “do início da exploração do petróleo abaixo da camada de Sal, na área de Tupi — maior reserva descoberta no mundo nos últimos 30 anos —“, o presidente se expressou nos seguintes termos (com destaques nossos):
“Gente, estou aqui falando da nova era que tem início hoje, falando de uma transcendência incomensurável. (...) Vocês estão acreditando que estou dizendo isso? Nem eu estou crendo em mim mesmo. Agora há pouco falei concomitantemente, daqui a pouco vou falar em passant e ainda nem usei o sine qua non. Para quem tomou posse falando menas laranja tá bom demais.” 

Sobre os comentários de Lula, assinale a afirmativa incorreta:
a) Numa primeira leitura, tem-se a impressão de que o anafórico isso tem como referência a grande importância do momento histórico que motivou o evento.
b) Numa leitura mais atenta, percebe-se que isso tem como referência a expressão “transcendência incomensurável”, configurando uso de metalinguagem.
c) O próprio presidente faz humor sobre o grau de sofisticação que alcançou em matéria de linguagem.
d) Lula faz uma mistura inaceitável de variantes lingüísticas, ao juntar a expressão “menas laranja” com “transcendência incomensurável”.
e) Entre “concomitantemente”, “en passant” (do francês; “por alto”, “ligeiramente”) e “sine qua non” (do latim; “indispensável”, “imprescindível”), nota-se uma gradação ascendente, orientada para o mais sofisticado. 


Texto para as questões 11 e 12 

Modos de xingar
Biltre!
— O quê?
— Biltre! Sacripanta!
— Traduz isso para português.
— Traduzo coisa nenhuma. Além do mais, charro! Onagro!
Parei para escutar. As palavras estranhas jorravam do interior de um Ford de bigode. Quem as proferia era um senhor idoso, terno escuro, fisionomia respeitável, alterada pela indignação. Quem as recebia era um garotão de camisa esporte; dentes clarinhos emergindo da floresta capilar, no interior de um fusca. Desses casos de toda hora: o fusca bateu no Ford. Discussão. Bate-boca. O velho usava o repertório de xingamentos de seu tempo e de sua condição: professor, quem sabe? Leitor de Camilo Castelo Branco.
Os velhos xingamentos. Pessoas havia que se recusavam a usar o trivial das ruas e botequins, e iam pedir a Rui Barbosa, aos mestres da língua, expressões que castigassem fortemente o adversário (…). “Ladrão”, simplesmente, não convencia. Adotavam-se formas sofisticadas, como “ladravaz”, “ladroaço”. Muitos preferiam “larápio” (…)
(Carlos Drummond de Andrade, As palavras que ninguém diz. Record: Rio de Janeiro, 1997, p. 23-24.) 

11. A função da linguagem predominante no texto é a:

a) emotiva, já que a crônica exprime a subjetividade do cronista, por meio de adjetivos e da 1ª pessoa do singular.
b) apelativa, uma vez que o cronista indiretamente pede ao leitor que não use palavras difíceis.
c) referencial, visto que conta uma história com objetividade, usando a 3ª pessoa e palavras de sentido denotativo.
d) metalingüística, porque reflete sobre o próprio código, no caso, os diferentes usos da língua.
e) poética, pois foi escrita pelo poeta Carlos Drummond de Andrade, preocupado com a construção expressiva da mensagem. 

12. Marque a alternativa que analisa CORRETAMENTE as referências do texto às variantes lingüísticas: 

a) “Biltre” e “sacripanta” não são formas antigas de xingamento.
b) “Ladravaz” é um xingamento mais ofensivo do que “ladrão”.
c) “Charro” e “onagro” são modos de xingar utilizados tanto por jovens quanto por idosos.
d) Os modos de xingar não variam conforme a idade e a condição social de quem xinga.
e) Pelo modo de xingar é possível imaginar a idade e a condição social do falante.

GABARITO

01 -  Resposta: E - O trecho foi extraído do romance O guarani, de José de Alencar (Parte I, capítulo V, “Loura e morena”). Nele, a caracterização da personagem segue os princípios típicos da estética romântica: descritivismo, idealização, associação com a natureza, requinte vocabular, expressividade sentimental e subjetiva. 

02 –  Resposta: B - A expressão “lei da selva” é uma gíria, um regionalismo brasileiro que remete à tese de que o mais forte pode impor sua vontade aos mais fracos. No último quadrinho, essa expressão é substituída por “lei da gravidade”, que pertence ao universo teórico da Física e, como tal, apresenta maior precisão conceitual. 

03 -  Resposta: D - Quando, no segundo quadrinho, o gato quebra as telhas e cai, o rato pode fazer, no último quadrinho, o comentário de que a “lei da gravidade” é implacável. Assim, é a imagem da queda do felino que permite a piada no balão final da tirinha. 

04 -  Resposta: B - O poema “sida” foi publicado em Horto de incêndio (Ed.Assírio & Alvim, 1997). Dele, retirou-se a primeira estrofe, na qual o autor expressa a tristeza diante do desaparecimento de amigos, perdidos para a morte — explicitada no próprio título. 

05 - Resposta: C - Apesar de apresentar um retrato que, parcialmente, poderia corresponder a situações reais, a asserção III apresenta uma visão antropológica eurocêntrica e, ideologicamente, deformada pelos preconceitos culturais herdados do cientificismo do século XIX, que se apóia em teorias que consideravam os índios, no suposto processo evolutivo das sociedades humanas, como “crianças” desprovidas de congruência moral. Tal visão não pode ser caracterizada, hoje, como científica e, muito menos, neutra.


06 -  Resposta: A - O trecho foi extraído do capítulo “Padre João Inácio”, de Infância, de Graciliano Ramos. Nele, o narrador descreve dois ambientes, a sala de jantar (primeiro pará-grafo) e a de visitas (segundo parágrafo). Esta última é descrita como “inútil”, por se distanciar de sua função original de ambiente de convívio e de trocas afetivas — função cumprida, segundo o texto, pela sala de jantar, “ponto de reunião” e lugar onde “a gente se sentava ouvindo as emboanças do criado”.


07 - Resposta: E - Não há na tira nenhum indício de que a personagemmasculina deixará de embarcar no ônibus que está prestes a partir. Ao contrário, como a relação intertextual que se estabelece entre os textos é de acordo, fica sugerido que a personagem irá para Maracangalhamesmo que não consiga fazer o convite para Anália, tal como planejara.

08 - Resposta: E - Os três comentários estão corretos. A grafia “liforme”, não admitida pela norma padrão, realmente se aproxima da pronúncia popular da palavra, reforçando o efeito de oralidade da canção, na qual é evidente a exploração do universo emotivo do eu lírico, que expõe sua alegria eufórica diante da expectativa de ir para Maracangalha no futuro imediato. Na tira, predomina a apreensão do personagem que quer urgentemente fazer contato com Anália, que não estava em casa. 

09 - Resposta: C - É verdade que sempre ocorrem mortes. Mas num quadro de guerra, elas são mais freqüentes do que num quadro de paz. Por isso, no contexto, o fato de a caveira estar de plantão significa que irá trabalhar mais, porque ocorrerão mais mortes. A placa indicando “Gaza”, local em que moram palestinos, contextualiza a charge, apontando a zona de conflito com os judeus. Em 2008, o conflito se acentuou e foi deflagrada uma guerra entre eles, a que Benett faz alusão. 

10 – Resposta: D - Considerando a intenção evidente de fazer humor e de estabelecer uma relação de informalidade, a mistura de variantes se justifica.
   
11 - Resposta: D - A crônica, a começar pelo título, é uma reflexão sobre a linguagem — mais especificamente, sobre as diferentes maneiras de usar a língua. A função metalingüística se caracteriza pela reflexão sobre o próprio código: a linguagem sendo usada para fazer comentários sobre a própria linguagem.

12 - Resposta: E - O trecho “o velho usava o repertório de xingamentos de seu tempo e de sua condição social: professor, quem sabe? Leitor de Camilo Castelo Branco” indica que as maneiras de xingar variam conforme a idade e a condição social de quem xinga: uma pessoa mais velha e de mais cultura, no caso, usa um léxico mais sofisticado, um vocabulário mais pomposo.

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Entendendo as notas do ENEM



1 -Como tenho acesso às minhas notas no Enem? 

É preciso acessar o site do MEC. Para conferir os desempenhos individuais é preciso informar o CPF do candidato e a senha contida no Cartão de Confirmação, enviado aos inscritos pelos Correios, ou com o número de inscrição ao exame, mais a senha.

2 - Não lembro da minha senha. Como faço? 
É possível recuperá-la no próprio site do Inep: basta informar CPF, nome completo, unidade federativa e data de nascimento. É possível fazer o mesmo caso não se lembre do número de inscrição. Não é permitida a alteração de nenhum dado cadastral, nem mesmo a senha.

3 – Como são calculadas as notas do Enem? 
Em vez da soma simples do número de acertos, as notas são calculadas por um sistema de computador que dá uma pontuação diferente de acordo com o tipo da questão –isso é chamado de Teoria de Resposta ao Item (TRI). As perguntas da prova avaliam competências diferentes e têm graus de dificuldade variados também. As mais complexas valem mais. Por isso, o candidato não consegue chegar à nota da prova simplesmente somando as suas respostas certas.

4 – Qual é a nota mínima e a máxima em cada prova?

Cada prova tem uma nota mínima e uma máxima. O Inep divulgou essas notas na tarde desta quinta-feira (confira aqui). A escala não vai de 0 a 1.000, ela varia conforme o nível de dificuldade das questões e o desempenho dos estudantes para cada questão. A escala de uma prova mais fácil começa mais embaixo na escala, perto de 200, por exemplo. No caso, esse 200 seria a nota mais baixa tirada pelos candidatos naquela prova.

5 - Como sei, então, se fui bem na prova? 
500 é a média dos alunos concluintes no ano passado no Enem (excluidos treineiros e egressos). Quanto mais para cima de 500 você tiver tirado, melhor foi o seu desempenho. O inverso também vale: quanto mais abaixo de 500 tiver sido a sua nota, pior foi o seu resultado.

6 – Existe uma escala de proficiência, que dê para saber se a minha nota é boa ou não? 


7 – Existe uma média final? 
Não. O Inep divulgou as notas para cada prova e a redação. Assim, a instituição de ensino superior é que vai determinar quais provas vai considerar na sua seleção e os pesos para cada uma. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, já divulgou os pesos que vai adotar.

8 - No lugar da minha nota em algumas provas, aparece um traço. O que isso quer dizer? 
Isso significa que essas provas foram anuladas porque não o candidato não informou na folha de respostas o tipo de prova que fez. Elas eram divididas por cor da capa (azul, amarelo, branco ou rosa) e os gabaritos eram diferentes.

9 - A nota da minha redação aparece zero - anulada. O que isso quer dizer? 
A nota da redação vai de 0 a 1.000. O critério de correção é o mesmo de anos anteriores. Tira zero o candidato que tiver fugido do tema ou que a redação esteja sem coerência ou não tenha sido escrita em forma de dissertação.

10 – É possível pedir revisão das provas? 
Não, as notas que estão na internet são as finais. 

11 – Como sei se vou ser aprovado na instituição que eu quero? 
O primeiro prazo de inscrições pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) começa somente nesta sexta-feira (29) pelo site http://sisu.mec.gov.br/.

12 – Como vai funcionar o sistema de escolha de vaga na instituição? 


A seleção será dividida em três etapas. Na primeira, de 29/1 a 3/2, o candidato escolhe o curso que quer fazer. A cada dia, a partir do dia 30, o estudante vai saber qual a nota de corte do curso escolhido. Em cada etapa, o candidato vai poder optar por apenas um curso

13 - Quantas vagas estão em disputa pelo SiSU? 
São 47,9 mil vagas disponíveis em 51 instituições de ensino. Confira aqui quais são.

14 - E as outras instituições, públicas ou privadas, que vão usar o Enem?

O SiSU seleciona vagas somente nos cursos que têm o Enem como único processo seletivo. Outras instituições de ensino, que não aderiram ao SiSU, tanto públicas quanto particulares, vão adotar a nota do Enem conforme o seu critério: ou como parte da nota ou como primeira fase. O candidato deve ficar atento ao manual do vestibular de cada instituição.

15 - Vai ser divulgado um boletim de desempenho individual? 
O Inep ainda não sabe informar se o boletim será enviado pelo correio, como em anos anteriores. A maior possibilidade é que o candidato tenha acesso a um boletim em pdf na internet, mas ainda não tem data de quando isso deve acontecer.

16 - Há algum meio de tirar dúvidas com o Inep?

O candidato pode ligar para o telefone 0800-616161 ou mandar e-mail para faleconosco@inep.gov.br

ENCCEJA

17 – Qual a nota mínima para os candidatos de supletivo obterem o certificado de conclusão do ensino médio pelo Encceja? 
O Inep divulgará uma nota mínima de referencia a partir da semana que vem. No entanto, a nota final caberá a cada secretaria estadual de educação.

PROUNI

18 – Quando serão abertas as inscrições para o ProUni? 
Uma portaria com todas as regras deve ser publicada pelo Ministério da Educação até a semana que vem. 

19 – Qual será a nota mínima para o ProUni? 
Essa nota vai ser regulamentada pela portaria. Até o ano passado, a nota era 45, mas era para o Enem antigo. Neste ano, deve mudar.

20 – Onde posso obter mais informações sobre o ProUni? 
Quando a portaria tiver sido publicada, o candidato deverá acessar o site www.mec.gov.br, onde deverão estar todos os prazos de inscrição e de matrícula.
21 – Quantas vagas serão oferecidas pelo ProUni no primeiro semestre? 
A oferta será de 160 mil vagas. 


Fonte: G1

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CHARGES E TIRINHAS - ENEM E VESTIBULAR - EXERCÍCIOS





Analise a charge acima:
a) Que resposta o professor esperava ouvir?
b) Como a frase foi interpretada pelo aluno?
c) Qual a crítica implícita na resposta do aluno?


1- UNIFESP
Considere a charge









I. O advérbio já, indicativo de tempo, atribui à frase o sentido de mudança.
II. Entende-se pela frase da charge que a população de idosos atingiu um patamar inédito no país.
III. Observando a imagem, tem-se que a fila de velhinhos esperando um lugar no banco sugere o aumento de idosos no país.
Está correto o que se afirma em
A) I apenas.
B) II apenas.
C) I e II apenas.
D) II e III apenas.
E) I, II e III.



2-UNIFESP



É correto afi rmar que a charge visa
A) apoiar a atitude dos alunos e propor a liberação geral da frequência às aulas.
B) enaltecer a escola brasileira e homenagear o trabalho docente.
C) indicar a defl agração de uma greve e incentivar a adesão a ela.
D) recriminar os alunos e declarar apoio à política educacional.
E) criticar a situação atual do ensino e denunciar a evasão escolar.

3- GV


I. A resposta esperada pela menina era “a rua”.
II. Na frase de Mafalda, no segundo quadrinho, Miguelito é o sujeito da oração.
III. Em português, o sujeito de uma oração pode ser inexistente, como em “Choveram reclamações na empresa por causa do apagão na Internet.”
IV. A resposta de Miguelito seria compatível com a pergunta:
Ao prefeito cabe que responsabilidade?
Pela leitura das afirmações, conclui-se que
A)nenhuma delas está correta. D) apenas III e IV estão corretas.
B) apenas I e III estão corretas. E) todas elas estão corretas.
C) apenas II e III estão corretas.







4-UFSCAR



Trata-se de uma charge publicada por um jornal brasileiro por ocasião da eleição do sul-coreano Ban Ki-Moon,
como presidente da ONU, e da realização de um teste nuclear a mando do ditador norte-coreano Kim Jong-il.
a) Como a diferença de emprego sintático do verbo vencer modifica o sentido das duas frases?
b) “Reconstrua” as duas frases, de maneira que os sentidos sugeridos pelas imagens fiquem, também, explí-
citos no texto escrito.


5- INSPER


O que motivou o apito do juiz foi
a) a necessidade de empregar a ênclise para seguir a norma-padrão.
b) o uso de um objeto direto no lugar de um objeto indireto.
c) a opção pelo pronome pessoal oblíquo “o” em vez de “a”.
d) a obrigatoriedade da mesóclise nessa construção linguística.
e) a transgressão às regras de concordância nominal relacionadas ao pronome.





6- INSPER


Para criticar a possível aprovação de um novo imposto pelos deputados, o cartunista adotou como estratégias
a) polissemia das palavras e onomatopeia.
b) traços caricaturais e eufemismo.
c) paradoxo e repetição de palavras.
d) metonímia e círculo vicioso.
e) preterição e prosopopeia.

7- UNIFESP


Analise as afirmações.
I. O efeito de humor da charge advém da ideia de engano na ligação, decorrente das diferentes formas para enunciar o mesmo nome.
II. Em determinados contextos comunicativos, Wilson e Wirso podem ser usados como formas equivalentes, dependendo da variante linguística de que se vale o falante em sua enunciação.
III. A frase — NÃO. É O WILSON. — manteria o sentido com a omissão do ponto após o advérbio não.
Está correto o que se afi rma em
A) I, apenas.
B) III, apenas.
C) I e II, apenas.
D) II e III, apenas.
E) I, II e III.

8- INSPER
Na edição 2177, de 11/08/2010, a revista Veja publicou a reportagem Falar e escrever bem: rumo à vitória,com dicas para não “tropeçar” no idioma durante uma entrevista de emprego.



Identifique a alternativa que apresenta uma explicação INADEQUADA para a correção feita.
a) Houve algumas dificuldades: o verbo “haver”, no sentido de “existir” é impessoal e não admite flexão.
b) O chefe bloqueou meu último pagamento: deve-se empregar um sinônimo, pois o verbo “reter” é defectivo.
c) Seguem anexos dois trabalhos: é preciso estar atento à concordância verbal e nominal.
d) Já faz cinco anos: quando indica tempo decorrido, o verbo “fazer” deve permanecer no singular.
e) Se eu dispuser de uma boa equipe: o verbo “dispor” deve seguir a conjugação do verbo “pôr”.

9- UNICAMP 2011



a) Nessa tira de Laerte a graça é produzida por um deslizamento de sentido. Qual é ele?
b) Descreva esse deslizamento quadro a quadro, mostrando a relação das imagens com o que é dito.

10- INSPER 2012
Leia a charge.




No contexto apresentado, o personagem expressa-se informalmente. Se sua frase fosse proferida em norma padrão da língua, assumiria a seguinte redação:A) Fazemos o seguinte: a gente ressuscita o Bin Laden e lhe matamos de novo.
B) A gente faz o seguinte: ressuscita o Bin Laden e lhe mata de novo.
C) Nós faremos o seguinte: ressuscitamos o Bin Laden e matamos ele de novo.
D) Façamos o seguinte: a gente ressuscitamos o Bin Laden e matamos de novo.
E) Façamos o seguinte: nós ressuscitamos o Bin Laden e o matamos de novo.

11- INSPER 2011




Levando em conta as informações do primeiro quadrinho, identifique a alternativa que apresenta a palavra
que também sofreu alterações na acentuação gráfica devido à regra mencionada.
a) plateia
b) heroico
c) gratuito
d) baiuca
e) caiu

12- UNICAMP





Nessa propaganda do dicionário Aurélio, a expressão “bom pra burro” é polissêmica, e remete a uma representação de dicionário.

a) Qual é essa representação? Ela é adequada ou inadequada? Justifique.
b) Explique como o uso da expressão “bom pra burro” produz humor nessa propaganda.

13- INSPER 2008




Levando-se em conta o emprego da crase no trecho “…não obedecia à minha mãe”, no último quadrinho da tirinha a seguir, é lingüisticamente adequado afirmar que ela é
a) necessária, pois nela ocorre a fusão de preposição “a” com pronome demonstrativo “a” e está diante de palavra feminina.
b) inadequada, uma vez que o verbo “obedecer” é transitivo direto e não admite preposição.
c) facultativa, pois, embora complete um verbo transitivo indireto, com preposição obrigatória, está diante de um pronome possessivo feminino.
d) obrigatória, por conter a junção da preposição “a” com artigo feminino “a” anteposta a um pronome.
e) incorreta, porque, independentemente do fato de ocorrer a fusão de preposição com artigo, nunca ocorre crase diante de pronomes.

14- UNIFESP
Texto I


Texto 2
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram os dois morar juntos: e daí a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da pisadela e do beliscão; sete meses depois teve a Maria um filho (...) E este nascimento é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói desta história. (Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um Sargento de Milícias.)
01- Com base nas informações do texto 1, é correto afirmar que Leonardo
A) acreditava que a vida no Brasil poderia ser tão interessante quanto a de Portugal.
B) saiu de Portugal em companhia de sua namorada, Maria da Hortaliça.
C) buscava um ofício lucrativo e agradável no Brasil, como o que tinha em Portugal.
D) veio ao Brasil em razão de seu enfado com a vida que levava em Portugal.
E) via o Brasil como um lugar de raras chances de êxito pessoal.



15- UNICAMP 2ª FASE


É sabido que as histórias de Chico Bento são situadas no universo rural brasileiro.
a) Explique o recurso utilizado para caracterizar o modo de falar das personagens na tira.
b) É possível afirmar que esse modo de falar caracterizado na tira é exclusivo do universo ruralbrasileiro? Justifique.

16. Unifesp 2008

Considere o texto e analise as três afirmações seguintes.




I. A frase Toda criança deve ser assistida quanto ao seu direito à atenção e ao carinho dos adultosestá correta quanto aos sentidos propostos no texto e também quanto à regência.
II. Deve-se interpretar a referência do pronome você como criança, conforme sugerido pelo título do texto.
III. As duas orações que compõem as perguntas estabelecem entre si relação de adversidade.
Está correto apenas o que se afirma em
A) I. D) I e II.
B) II. E) II e III.
C) III.
17- GV 2011

Analise a tira.
Elas já querem mais festa

(Luís Fernando Veríssimo. As cobras do Veríssimo,
23.02.2007. Adaptado.)


Observe a função sintática da expressão “o carnaval”, no primeiro quadrinho, e de “adiamentos”, no segundo.
As palavras grifadas desempenham essas mesmas funções sintáticas, respectivamente, em:
A) Não temos mais desculpas. / Quando é a Páscoa?
B) Vamos enfrentar a realidade. / Não temos mais desculpas.
C) Vamos festejar a Páscoa. / Basta de preocupações.
D) Chega de reclamações. / Quando é o Carnaval?
E) Aproxima-se o Natal. / Basta de reclamações.


19-



Considere a charge





Analisando a charge, é correto afirmar que
I. A troca de uma letra e, consequentemente, de um fonema, é responsável por parte do efeito de humor do texto.
II. Em “Refém Casados”, há erro de concordância.
III. Supondo que duas pessoas tivessem seus direitos políticos suspensos, uma charge que pretendesse aproveitar a frase do vidro do veículo não alteraria a primeira palavra e sim a segunda, que seria grafada da seguinte forma: caçados.
IV. No contexto, não é possível depreender a referência do pronome este em neste estado.
Está correto apenas o que se afirma em
A) I e II. D) I, II e III.
B) II e III. E) II, III e IV.
C) III e IV.
21- UNICAMP 2010
Nessa propaganda, há uma interessante articulação entre palavras e imagens.



a) Explique como as imagens ajudam a estabelecer as relações metafóricas no enunciado “Mesmo que oglobo fosse quadrado, O GLOBO seria avançado”.b) Indique uma característica atribuída pela propaganda ao produto anunciado. Justifique
22- FUVEST 2009

23) a)Corrija o pronome demonsrativo "essa" dos dois quadrinhos abaixo e justifique sua resposta:
b) no segundo quadrinho qual palavra fica subentendida ?

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