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Você sabe o que é um ouvido absoluto?


Ouvido absoluto é capacidade fictícia que uma pessoa tem de formar uma imagem auditiva interna de qualquer tom musical marcados por um símbolo apropriado (nota, letra) tal que a pessoa pode naturalmente identificar qualquer tom acusticamente apresentado (ouvido absoluto passivo) e produzir qualquer tom que seja indicado por seu símbolo com zumbido (ouvido absoluto ativo). A distinção entre os ouvidos passivo e ativo não parece ser muito importante. Não há evidências de que uma pessoa possa ter um bom ouvido absoluto ativo enquanto falhe no passivo ou vice-versa. As pessoas que têm um verdadeiro ouvido absoluto pensam que reconhecem tons fácil e imediatamente, ou seja, sem qualquer esforço notável e, em particular, sem empregar quaisquer truques como o zumbido ou assobio.
Embora o ouvido absoluto em seres humanos normalmente seja dependente da classificação dos tons de acordo com as convenções de notação musical, não é simplesmente o nome da nota musical que possa ser identificada mas sim as próprias qualidades da nota, segundo os dotados dessa habilidade. As características de um tom é identificada com melhor exatidão do que mais ou menos uma tolerância de frequência de 70% predefinida pelo intervalo de semitons que forma a menor unidade na notação musical ocidental. O possuidor de tal ouvido pode dizer se um tom tocado acusticamente é mais agudo ou mais baixo em relação à uma entonação padrão internamente à disposição de tal possuidor. Verifica-se que a entonação padrão de diferentes possuidores de ouvido absoluto pode ser diferente, dependendo do nível de intonação à que tenham sido expostos quando crianças. Isso se torna evidente quando possuidores de ouvido absoluto relatam achar difícil e até mesmo confuso quando têm de escutar ou tocar música em um nível de afinação que difere do padrão interno.
No idioma inglês, tal capacidade traduz-se perfect pitch, que refere-se à habilidade de ouvir e, imediatamente, reproduzir o som ouvido. Tal termo, porém, sugere que possuidores de ouvido absoluto são abençoados com orelhas bem melhores do que outras pessoas, em especial, estão em um senso capaz medir a frequência apenas por ouvir, com bastante exatidão, a nota. Isto não é bem verdade. Embora possa ser verdade que tais possuidores assim como a maioria dos músicos são capazes de avaliar sons mais precisamente que outros, isto está relacionado à sua devoção ao som e, em especial, ao treino. Em experimentos de percepção sonora acústica, possuidores de ouvido absoluto produzem resultados que normalmente não são diferentes dos de não-possuidores. Em especial, nos ouvidos de tais possuidores ocorrem mudança de percepção e desvios de oitava assim como em pessoas normais. Possuidores de ouvido absoluto tendem a esticar a escala de tons.

Tipos de ouvido absoluto

Em seu artigo sobre ouvido absoluto no New Grove Dictionary of Music and Musicians, o músico Richard Parncutt e o psicólogo cognitivo Daniel Levitin, apresentaram alguns tipos de ouvido absoluto: Passivo, ativo e muito fino.

Ouvido absoluto passivo

Uma pessoa com ouvido absoluto passivo é capaz de identificar as notas individuais que escuta, e pode identificar a tonalidade de uma composição (assumindo que possui um certo nível de conhecimento musical), porém não é capaz de cantar as notas necessárias.
Entre os autistas e savants, a incidência de ouvido absoluto se encontra à 1/20 ou mais. O ouvido absoluto também é comum entre aqueles que possuem a Síndrome de Williams.
Ouvido absoluto activo
As pessoas com ouvido absoluto activo têm a capacidade de cantar qualquer nota que se lhe é solicitada, sem ter outra como referência. O número de possuidores de ouvido absoluto activo nosEstados Unidos é de 1/10.000. Nem todas as pessoas com ouvido absoluto activo são músicos, contudo a preparação musical é necessária para o completo desenvolvimento do potencial auditivo de uma pessoa com ouvido absoluto.


Ouvido absoluto muito fino
As pessoas com ouvido absoluto muito fino não só são capazes de reconhecer uma nota pelo seu nome, como também saber quando uma nota está ligeiramente mais aguda ou mais baixa com respeito ao padrão de afinação comum (440 Hertz). Esta habilidade é extremamente rara.
Alguns músicos com ouvido absoluto muito fino são capazes de reconhecer se uma obra está desafinada com respeito à afinação comum à uma distância de poucos savarts. Um Savart é a unidade de afinação, ou seja, a quantidade de desafinação que pode perceber um ouvido. Equivale à 4 cents. Um cent é a centésima parte de um semitom. Estima-se que apenas 1 a cada 650 pessoas no mundo possuam tal capacidade.


Estudos científicos
Fisicamente e funcionalmente, o sistema auditivo de um ouvinte absoluto não parece ser mensuravelmente diferente de um não-absoluto. Pelo contrário, "A percepção do ouvido absoluto não é dependente de um tipo especial de ouvido; reflete uma habilidade especial para analisar informações de frequência, presumivelmente envolvendo processamento cortical de alto nível. " Ouvido absoluto é um ato de cognição, necessitando memória da frequência, um símbolo para a frequência (como" B-flat "), e da exposição para o alcance do som envolvidos por esse símbolo categórico. Ouvido absoluto pode ser diretamente análogo ao reconhecer cores, fonemas (sons da fala) ou outra percepção de estímulos sensoriais categórica. Mesmo que a maioria das pessoas já aprenderam a reconhecer e nomear a cor azul pela sua frequência, é possível que aqueles que tiveram (por volta das idades de 3 e 6) uma significativa exposição aos nomes dos tons musicais identifiquem , por exemplo, um C3 (Dó central). No entanto, pode ser genético, possivelmente traço genético autossômico dominante, ainda que "poderia ser nada mais que uma capacidade humana geral cuja expressão é fortemente distorcida pelo nível e tipo de exposição à música que as pessoas experimentam em uma determinada cultura.


Influência da experiência musical
O sentido do ouvido absoluto parece ser influenciado pela exposição cultural à música, especialmente na familiarização da igual-temperada escala de Dó maior. A maioria dos ouvintes absolutos que foram testados a este respeito, identificou os principais tons da escala de Dó maior mais fiavelmente e, com exceção do Si, mais rapidamente do que os cinco tons sustenidos, o que corresponde à maior prevalência destes tons em simples experiências musicais. Um estudo alemão de não-músicos também demonstrou um viés por usar os tons da escala de Dó maior em um discurso comum, especialmente em sílabas relacionadas com a ênfase.

Percepção
Embora o ouvido absoluto se radica na capacidade de perceber e identificar a cor do tom - onde a cor é uma interpretação psicológica de uma frequência vibratória fundamental, ouvido absoluto não é uma capacidade aumentada para perceber e discriminar gradações de frequências sonoras, mas sim a capacidade de categorizar mentalmente sons em áreas de altura predefinidas. O senso de audição de um ouvinte absoluto é mais preparado do que a de um não absoluto (normal); além disso, as tarefas de identificação (reconhecer e nomear uma nota) e de discriminação (detectar mudanças ou diferenças nas taxas de vibração) são realizados com diferentes mecanismos cerebrais.


Problemas potenciais
Pessoas com ouvido absoluto se sentem irritados quando um pedaço é transposto para outro tom ou tocado em outro padrão. Músicos com ouvido absoluto podem falhar com relação a desenvolver as habilidades de um ouvido relativo quando seguindo os currículos de padrão persistindo em vez de um hábito de música conceptualizadora como uma sequência de tons absolutos. Assim, acham difícil transpor ou tocar um instrumento transpositor. Possuidores de ouvido absoluto também são conhecidos por acharem difícil tocar com uma orquestra que esteja afinada fora do padrão original (A4=440 hertz.)


Principais habilidades
Possuidores de ouvido absoluto possuem, além das capacidades mencionadas acima, algumas outras qualidades incríveis de reconhecimento de notas, como as mostradas abaixo:
  • Nomear notas e acordes apenas por ouvi-los
  • Cantar qualquer tom usando a memória (sem nenhum tom de referência)
  • Cantar canções pelo ouvido (após apenas escutá-las)
  • Compor música usando a própria cabeça
  • Identificar tons de canções apenas por ouvi-las
  • Ler folhas de música mentalmente
  • Saber se um tom é sustenido ou bemol sem um tom de referência


Artistas com ouvido absoluto
Ao longo do tempo, muitos artistas entre esses cantores(as), pianistas, condutores, maestros, guitarristas, violinistas, etc. têm desenvolvido tais habilidades. Alguns deles, por possuírem ouvido absoluto, são para muitos considerados gênios da música. Veja Abaixo a lista de alguns nomes conhecidos por tal habilidade:
  • Claudio Abbado
  • Charly García
  • Seu Madruga
  • Christine Anderson ("Coisas fora de sintonia faz-me sentir meio intoxicada ... ... mas no bom sentido. Como se eu estivesse num carnaval em um sonho. Não sei se faz muito sentido, mas eu tenho um ótimo reconhecimento de notas. Eu vejo cores para diferentes tons, notas, etc " [Christine Anderson, pianista e cantora dos EUA])
  • Jill Scott

Fonte: Wikipédia.

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Curiosidades: Entenda como era o processo de mumificação



Os Egípcios Antigos acreditavam que o corpo e a alma eram separados após a morte. A sobrevivência do corpo era necessária para a sobrevivência do ka,do ba e do akh. 
Os Egípcios acreditavam que mantendo o corpo bem preservado haveria sempre uma morada para onde a alma poderia voltar. A mumificação era um processo bastante demorado e trabalhoso e exigia pessoas qualificadas para tal processo. - A palavra múmia O processo da mumificação consiste em cobrir o corpo com uma substância negra conhecida como betume. A palavra persa para betume é moumia de onde derivou o termo múmia. - As primeiras múmias Elas surgiram há cerca de 3.000 anos na 1a. dinastia. A princípio as técnicas eram rudes mas foram se aperfeiçoando com o tempo. - A profissão de Embalsamador Embalsamadores era a profissão de quem produzia as múmias , era um cargo de grande importância e prestígio no Antigo Egito. Haviam lugares especialmente construidos para tal finalidade aonde os embalsamadores trabalhavam, conhecido como a Casa da Purificação. - O processo da Mumificação O processo era levar a múmia para a Casa da Purificação ou Per-nefer, aonde o corpo era preparado. Primeiramente o cérebro era extraído pelas cavidades nasais a partir do uso de finas pinças de ferro. Alguns embalsamadores preenchiam a cavidade do cérebro com betume. O cérebro não era preservado. O próximo passo era remover os órgãos internos a partir de uma incisão no flanco esquerdo aonde , com uma faca de silex, eram retirados os pulmões, o fígado, estômago e intetinos. O coração era deixado no lugar, pois, segundo a tradição o coração era o lugar aonde residiam as emoções e não podia ser retirado. Após a remoção dos órgãos o corpo erra coberto por um sal conhecido como Natrão, nome dado a proveniência deste sal, Wadi El-Natrun. O corpo então permanecia assim por cerca de 40 dias para desidratar. Na próxima etapa o corpo era lavado e tratado com óleos aromáticos, bálsamos , goma arábica e cominho. Em certas épocas os órgãos internos eram embalsamados separadamente e colocados em vasosconhecidos como vasos canopos. Também era de acordo com a época , os olhos eram cobertos com bolas de linho ou então eram extraídos e substituídos por olhos de vidro pintados. Para manter a firmeza da pele uma camada de betume era aplicado sobre ela. Após esta fase o corpo estava pronto para ser coberto com bandagens de linho fino. Eram gastos entre 300 e 500 metros de linho por múmia. O processo da Mumificação foi amplamente descrito no Textos Antigos das Pirâmides. Com a morte de Osíris, Deus da Morte, o cosmos se transformou em um caos, e as lágrimas dos deuses tornaram-se materiais usados na mumificação de seu corpo. Estes materiais incluiam mel, resinas e incensos.

Fonte:http://www.geocities.com/egyptology2000/processo.html

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Português: Dúvidas frequentes...

1ª) DOIS ou DUAS milhões de pessoas?
Leitor apresenta uma dúvida de concordância: “Se o certo é DOIS MILHÕES DE PESSOAS, estaria errado UMA MIL PESSOAS?”
A diferença é a seguinte:MILHÃO é palavra masculina. Isso significa que os artigos, ospronomes e os numerais que o antecedem devem concordar no MASCULINO:“ESTES DOIS milhões de pessoas…”;O numeral MIL não é masculino nem feminino. A concordânciadeve ser feita com o substantivo:“DOIS mil ALUNOS…”;“DUAS mil ALUNAS…”.Observação importante: não se usa UM ou UMA antes de MIL. Basta dizer: “MIL pessoas compareceram ao evento”.


2ª) SAMBAS-CANÇÃO ou SAMBAS-CANÇÕES?
É tema polêmico.
Segundo a tradição gramatical, todo substantivo no papel de adjetivo torna-se invariável: camisas LARANJA, blusas ROSA, casacos VINHO…Em palavras compostas por dois substantivos, se o segundo exercer a função de adjetivo, somente o primeiro elemento vai para o plural: carros-bomba, peixes-boi, laranjas-lima, caminhões-pipa, elementos-chave…Entretanto, essa regra não é lá muito respeitada. Encontramos, por exemplo, registro de duas formas para o plural de DECRETO-LEI: decretos-lei e decretos-leis.Há mais exemplos: micos-leões, cidades-satélites…Embora não possa negar que a tal regra não seja muito rígida, prefiro respeitá-la: SAMBAS-CANÇÃO.


3ª) Nenhum dos candidatos FOI ELEITO ou FORAM ELEITOS?
Aqui não há polêmica. O certo é: “Nenhum dos candidatos FOI ELEITO”.
O verbo deve concordar com o núcleo do sujeito (=nenhum): NENHUM foi eleito. Observe outros exemplos:“UM dos presentes RESOLVERÁ o caso.”“QUAL de vocês VAI fazer o trabalho?”“ALGUÉM dentre nós SERÁ o responsável pelo projeto.”“NENHUM de nós dois PÔDE comparecer à reunião.”


4ª) À DISTÂNCIA ou A DISTÂNCIA?
Carta de leitor: “Aprendi e durante muitos anos ensinei que não se usa crase diante da palavra DISTÂNCIA quando ela é indeterminada: ‘A tropa ficou a distância”; “O inimigo estava a distância”. (…) Como leio nos jornais, revistas, publicações do MEC a expressão “ensino à distância”, fico a me perguntar se, por acaso, eu estaria errado.”
Meu caro leitor, a sua dúvida é, na verdade, a de muitos.É outro caso polêmico. Há muito que estava para escrever a respeito desse assunto. Hoje em dia, antes de responder a certas perguntas, eu consulto a mais de dez gramáticas.Quanto ao uso do acento indicativo da crase antes da palavra DISTÂNCIA, só há uniformidade de pensamento se a distância estiver determinada: “Ficamos à distância de dois metros do palco”.Se a distância não estiver determinada, teremos um problema a enfrentar: alguns autores afirmam que não ocorre a crase, outros simplesmente “fogem” do assunto, e a maioria consultada é favor da crase.Eu defendo o uso do acento da crase por se tratar de uma locução feminina. Entra no mesmo caso de: à vista, à beça, à toa, à força, à mão, à vontade, às claras, às vezes…Portanto, prefiro “ensino à distância”.


5ª) A CRASE e os PRONOMES DE TRATAMENTO
Leitor quer exemplos de como usar o acento indicativo da crase com os pronomes de tratamento.
1o) Não há crase antes de pronomes de tratamento que podem designar tanto homem quanto mulher (VOSSA SENHORIA, VOSSA EXCELÊNCIA, VOSSA MAJESTADE, VOSSA SANTIDADE…):“Comunicamos a V.Sa que…”“Solicitamos a V.Exa. que…”Não ocorre a crase porque não há artigo definido feminino “a” antes dos pronomes de tratamento. Só temos a preposição “a”.2o) Na frase “Venho à presença de V.Exa. …”, o acento da crase é obrigatório, pois além da preposição (=vir “a”) temos também o artigo definido feminino (= “a” presença): “Venho à (=a+a) presença…” = “Venho ao encontro…”É importante observar que a crase ocorreu antes da palavra PRESENÇA, e não antes do pronome de tratamento. São situações diferentes que não podem ser confundidas e que devem ser analisadas separadamente.


Fonte: G1.com/educação

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Estudo mostra que cérebro aprende mais rápido se há contexto


Há duas regiões no cérebro capazes de armazenar memória. Pela avaliação tradicional dos cientistas, o hipocampo seria responsável pelo aprendizado rápido, enquanto o neocórtex se encarregaria pelo aprendizado lento. Ou seja, todo conhecimento adquirido passaria primeiro pelo hipocampo, para só mais tarde ser armazenado no neocórtex.
Um estudo da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, publicado pela revista “Science” pode levar essa visão tradicional por água abaixo. A nova descoberta mostra que o aprendizado pode acontecer simultaneamente nas duas regiões do cérebro, desde que já exista algum esquema ou contexto no neocórtex.
Anteriormente, em testes com ratos, pesquisadores já tinham percebido que os animais incorporavam informação rapidamente no neocórtex caso já houvesse algum esquema preestabelecido. Com isso, já estava claro que o conhecimento prévio influenciava a consolidação de novas memórias.
Nos testes mais recentes, os cientistas comprovaram que a informação chega às duas regiões ao mesmo tempo. Para isso, eles bloquearam o neocórtex com o uso de drogas específicas e, com isso, conseguiram demonstrar que tanto o aprendizado quanto a lembrança de memórias recentemente consolidadas tinha sido afetada.
Memória dos ratos foi testada com diferentes tipos de alimentos (Foto: Richard Morris / University of Edinburgh / Divulgação)Memória dos ratos foi testada com diferentes tipos de alimentos (Foto: Richard Morris / University of Edinburgh / Divulgação)

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"Menguinho": Esse é Pé quente!


Para celebrar a vitória do Flamengo e o fato de R10, ter se tornado (temporariamente) artilheiro isolado do Brasileirão, resolvi postar uma foto do Meu mascote. Ele sempre acompanha os jogos junto comigo. Não sei se deu para perceber, mas ao lado dele está a chave da moto, ou seja, depois das vitórias "Menguinho" sempre sai para comemorar (KKK).

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Grande São Pedro de Riacho da Cruz - RN (2011)


Eu com minha esposa (Estela)
Sgt. Azevedo, Eu e Kaio 
 Eu, Jean e Carla
 Kaio, Eu, Edney e Ronaldy
 Leodécio, Eu e o Sgt. Azevedo
 Sgt. Azevedo e Eu
 Eu e minha Nega (de novo)
 Paulo Jr. e Eu
Fotos tiradas na segunda noite da grande festa de São Pedro 2011 em Riacho da Cruz - RN. Nessa noite, a animação ficou por conta das bandas: Forró do Bole, Bole (do meu amigo Adailson), Solteirões do Forró  e Pegada de Luxo ( do meu amigo Nilsinho Batera). Além de me divertir com a festa, pude encontrar alguns amigos, alunos e ex-alunos. Foi realmente sensacional!

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L.C.Sax tocando com Anízio Jr. em Tenente Ananias.



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Gabarito da III Avaliação de Língua Portuguesa do Pro IFRN /Apodi - (100%Concursos)

Gabarito:
1.B / 2.A/ 3.C/ 4.A/ 5.A/ 6.A/ 7.A/ 8.A/ 9.A/ 10. E/ 11.A/12.D/ 13.D/
14.C/
15.
A. O pessoal (coletivo) não gostou da festa.
B. A turma (= 01) gostou da aula de ontem.
C. Metade dos alunos fez ou fizeram o trabalho.
D. Um bloco de foliões animava(am) a festa.
E. Uma porção de índios surgiu(ram) do nada.
F. Um bando de pulhas saqueou(aram) as casas.
G. A maior parte dos recursos se esgotou(aram).
H. O povo (coletivo) aclamou o candidato.
I. A multidão (= 08) invadiu o campo.
J. Os Estados Unidos são um país rico.

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Buraco negro 'mata' estrela gigante e lança raios gama na Via Láctea

Explosão ocorrida há 3,8 bilhões de anos foi detectada só agora na Terra.
Estudo foi feito por astrônomos britânicos e divulgado na revista 'Science'.


Um estudo feito por astrônomos britânicos revelou como a destruição de uma estrela pode ter causado uma das maiores explosões já registradas no Universo. A descoberta é tema da edição desta semana da revista "Science" e foi divulgada nesta quinta-feira (16).

Os cientistas da Universidade de Warmick acreditam que o astro foi aniquilado ao entrar em contato com um buraco negro há 3,8 bilhões de anos. O resultado do encontro foi a emissão de dois feixes de raios gama (veja figura abaixo), um deles liberado na direção da Via Láctea.
A explosão - que recebeu o nome de Sw 1644+57 - ocorreu no centro de uma galáxia localizado na direção da constelação do Dragão, típica nos céus no hemisfério norte da Terra.
O fenômeno só pôde ser conhecido agora pois a Via Láctea estava no caminho quando o feixe de raios gama chegou até o nosso planeta, após atravessar a distância de 3,8 bilhões de anos-luz.
Para o estudo, os astrônomos usaram informações do Telescópio Espacial Hubble, do satélite Swift, da Nasa, e do Observatório Chandra, especializado em raios x. A explosão foi detectada pela primeira vez em 28 de março e foi monitorada desde então, já que a emissão dos raios gama ainda não parou de acontecer.
Estrela é 'engolida' após contato com buraco negro. (Foto: Mark A. Garlick / Universidade de Warwick)Estrela é 'engolida' após contato com buraco negro. (Foto: Mark A. Garlick / Universidade de Warwick)
Ilustração mostra como teria sido a emissão dos raios gama após a explosão da estrela. (Foto: Mark A. Garlick / Universidade de Warwick)Ilustração mostra como teria sido a emissão dos raios gama após a explosão de uma estrela gigante.
(Foto: Mark A. Garlick / Universidade de Warwick)

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Estudo explica mecanismo de cometa hiperativo


Cometa Hartley 2 espirra mais água que outros do mesmo tamanho.
Fenômeno é explicado pelo dióxido de carbono no corpo celeste.

Um artigo publicado pela revista científica “Science” mostrou que o cometa Hartley 2 é hiperativo, comparado a outros cometas. A conclusão foi feita por uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade de Maryland, nos EUA, com base em dados colhidos pela sonda Deep Impact, que visitou o cometa no segundo semestre do ano passado.
A análise das imagens confirma que o dióxido de carbono (CO2) é o combustível volátil responsável pelos jatos que espirram gelo. “O Hartley 2 é um cometinha hiperativo, que espirra mais água que outros cometas do seu tamanho”, disse Michael A’Hearn, principal autor do estudo.
As imagens comparam os cometas Tempel 1 (esquerda) e Hartley 2 (direita), registradas com o mesmo equipamento e exibidas com a mesma escala (Foto: Science/AAAS/Cortesia)As imagens comparam os cometas Tempel 1 (esquerda) e Hartley 2 (direita), registradas com o mesmo equipamento e exibidas com a mesma escala (Foto: Science/AAAS/Cortesia)
“Quando aquecido pelo Sol, o gelo seco [dióxido de carbono congelado] que está dentro do corpo do cometa se transforma em gás, sai do cometa como um jato e leva consigo gelo de água”, completou o astrônomo.
A missão da Deep Impact descobriu que os jatos não ocorrem da mesma maneira nas diferentes partes do cometa. O corpo do cometa tem o formato que se parece com o de um amendoim, e os jatos saíam normalmente das extremidades. Na região central, chamada de barriga, a água saía em forma de vapor, com muito pouco CO2 ou gelo.
“Pensamos que a barriga seja um depósito de material de outras partes do cometa, nossa primeira evidência de redistribuição num cometa”, disse Jessica Sunshine, uma das pesquisadoras da missão.
“O mecanismo mais provável é que algumas frações de poeira, pedaços de gelo e outros materiais, saídos das extremidades se movam devagar o suficiente para serem capturadas mesmo pela gravidade muito fraca do pequeno cometa. Então esse material cai de volta no ponto mais baixo, o meio”, aponta a cientista.

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L.C.SAX - SHOW COM ANÍZIO JR. EM BOM SUCESSO - PB


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Exercício sobre Colocação Pronominal - Com gabarito



Para as perguntas de 01 a 28 você deverá assinalar com “C “ o que estiver correto e com “I” os
incorretos:

01) ( ) O presente é a bigorna onde se forja o futuro. (próclise)
02) ( ) Nossa vocação molda-se às necessidades. (ênclise)
03) ( ) Se não fosse a chuva, acompanhar-te-ia. (mesóclise)
04) ( ) Macacos me mordam!
05) ( ) Caro amigo, muito lhe agradeço o favor...
06) ( ) Ninguém socorreu-nos naqueles momentos difíceis.
07) ( ) As informações que se obtiveram, chocavam-se entre si.
08) ( ) Quem te falou a respeito do caso?
09) ( ) Não foi trabalhar porque machucara- se na véspera.
10) ( ) Não só me trouxe o livro, mas também me deu presente.
11) ( ) Ele chegou e perguntou-me pelo filho.
12) ( ) Em se tratando de esporte, prefere futebol.
13) ( ) Vamos, amigos, cheguem-se aos bons.
14) ( ) O torneio iniciar-se-á no próximo Domingo.
15) ( ) Amanhã dizer-te-ei todas as novidades.
16) ( ) Os alunos nos surpreendem com suas tiradas espirituosas.
17) ( ) Os amigos chegaram e me esperam lá fora.
18) ( ) O torneio iniciará-se no próximo domingo.
19) ( ) oferecida-lhes as explicações, saíram felizes.
20) ( ) Convido-te a fazeres-lhes, essa gentileza.
21) ( ) Para não falar- lhe, resolveu sair cedo.
22) ( ) É possível que o leitor nos não creia.
23) ( ) A turma quer-lhe, fazer uma surpresa.
24) ( ) A turma havia convidado-o para sair.
25) ( ) Ninguém podia ajudar-nos naquela hora.
26) ( ) Algumas haviam-nos contado a verdade.
27) ( ) Todos se estão entendendo bem.
28) ( ) As meninas não tinham nos convidado para sair.

29) Assinale a frase com erro de colocação pronominal:

a) Tudo se acaba com a morte, menos a saudade.
b) Com muito prazer, se soubesse, explicaria-lhe tudo.
c) João tem-se interessado por suas novas atividades.
d) Ele estava preparando-se para o vestibular de Direito.

30) Assinale a frase com erro de colocação pronominal:
a) Tudo me era completamente indiferente.
b) Ela não me deixou concluir a frase.
c) Este casamento não deve realizar-se.
d) Ninguém havia lembrado-me de fazer as reservas.


Gabarito

01.C; 02.C; 03.C; 04.C; 05.C; 06.I; 07.C; 08.C; 09.I; 10.C;
11.C; 12.C; 13.C; 14.C; 15.I; 16.C; 17.C; 18.I; 19.I; 20.I;
21.C; 22.C; 23.C; 24.I; 25.C; 26.I; 27.I; 28.I; 29.B; 30.D



Fonte: PortuguêsConcursos

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Atenção concursando! Veja algumas dicas de Português para você arrebentar nos concursos.

1ª) Venda MONSTRA  ou  Venda MONSTRO?
Leitor questiona propaganda que fala em “VENDA MONSTRO”.
Nosso leitor não tem razão.
A frase não está errada. MONSTRO é um substantivo no papel de adjetivo. Quando isso acontece, a palavra torna-se invariável (=não tem feminino nem plural): “venda MONSTRO” e “engarrafamentos MONSTRO”.
O mesmo ocorre com o substantivo LARANJA (=fruta). Quando exerce a função de adjetivo (LARANJA = cor), torna-se invariável: “Casaco LARANJA”. “Camisas LARANJA”. Não devemos usar “camisas laranjas”, e ninguém diria “casaco laranjo”.
Não devemos confundir MONSTRO (=substantivo) com MONSTRUOSO (=adjetivo). Isso significa que o adjetivo deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere: “venda MONSTRUOSA”, “engarrafamentos MONSTRUOSOS”.
Também não devemos confundir LARANJA (substantivo exercendo a função de adjetivo = nome de fruta como cor) com AMARELO, que é cor mesmo (=adjetivo):
“Casaco LARANJA, mas casaco AMARELO”;
“Camisas LARANJA, mas camisas AMARELAS”.
Que fique bem claro:
Os adjetivos apresentam flexão de gênero e número;
Os substantivos, exercendo a função de adjetivo, ficam invariáveis.

2a) Até as 10h  ou  Até às 10h?
Para muitos autores, neste caso o uso do acento da crase é facultativo.
Em Portugal, é normal o uso do acento da crase após a preposição “até”.
Eu, porém, prefiro a forma sem o acento da crase: “Até as 10h”.
Na minha opinião, a presença da preposição “até” torna desnecessário o uso da preposição “a”. Isso significa que temos apenas o artigo definido “as”.
O mesmo ocorre com outras preposições:
“Viajou para a Itália”; “Está aqui desde as 10h”; “Chegará só após as 10h”; “Lutou contra a ditadura”.
Tome cuidado para não confundir a preposição “até” com a partícula de inclusão (até = inclusive): “Até os diretores compareceram à reunião” (=inclusive os diretores). Após a partícula de inclusão pode ocorrer a crase:
“O aluno se referia às colegas e até à amiga mais íntima”.

3a) HÁ  ou  A?
Dois leitores têm a mesma dúvida:
1o) “A empresa X mantém HÁ ou A quatro anos contrato com o cliente Z” ?
2o) “Estamos trabalhando HÁ ou A 150 dias sem acidentes com afastamento” ?
Nos dois casos, devemos usar HÁ: “…mantém HÁ quatro anos…” e “Estamos trabalhando HÁ 150 dias…”
Quando houver a ideia de tempo decorrido, usamos o verbo HAVER ou o verbo FAZER (=”…FAZ quatro anos…” e “…FAZ 150 dias…”).
Observações:
1a) Os verbos HAVER e FAZER se referem a tempo PASSADO e devem ser usados somente no SINGULAR (=não têm sujeito);
2a) Caso a ideia seja de “tempo futuro”, devemos usar a preposição “a”: “Assinaremos o contrato daqui A quatro dias”;
“Voltaremos ao trabalho daqui A 150 dias”.

4a) PORQUE ou POR QUE ou PORQUÊ ou POR QUÊ?
a)    PORQUE = conjunção causal ou explicativa:
“O advogado não compareceu à reunião PORQUE está doente.”
“Feche a porta PORQUE está ventando muito.”

b)    PORQUÊ = forma substantivada (com artigo “o” ou “um”):
“Ela quer saber o PORQUÊ da sua demissão.”
“O diretor quer um PORQUÊ para tudo isso.”

c)    POR QUÊ = no fim de frase (antes de pausa forte):
“Parou POR QUÊ?”
“Se ele mentiu, eu queria saber POR QUÊ.”
“Quero saber POR QUÊ, onde e quando.”

d)    POR QUE
  • em perguntas (diretas ou indiretas):
“POR QUE parou?”
“Gostaria de saber POR QUE você viajou.”
  • substituível por POR QUAL, PELO QUAL, PELA QUAL…
“Só eu sei as esquinas POR QUE passei.” (=pelas quais)
“É um drama POR QUE muitos passam.” (=pelo qual)
  • com a palavra MOTIVO antes, depois ou subentendida:
“Desconheço os motivos POR QUE a viagem foi adiada.” (=pelos quais)
“Não sei POR QUE motivo o advogado não veio.” (=por qual)
“Não sei POR QUE ele não veio.” (=por qual motivo).
Fonte: Blog do Prof. Sérgio Nogueira

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A Origem da Expressão OK


OK significa tudo bem (all correct em inglês).

No início do século XIX, em Boston, nos Estados Unidos, em vez de se usar as letras AC, que poderiam ser confundidas com alternating current (corrente alternada), as pessoas diziam OK, de oll korrect, gíria de mesmo significado. Durante uma campanha presidencial em 1840, a sigla foi usada como slogan e acabou conhecida no país inteiro. Outra versão é que a sigla começou a ser usada durante a Guerra da Secessão, numa disputa entre o norte e o sul dos Estados Unidos. As fachadas das casas exibiam o OK para indicar zero killed, ou seja, nenhuma baixa na guerra civil.
Fonte:http://www.ead.pt/blog/?p=538

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